A Febre – Análise crítica 2020

A Febre: O corpo tenta responder, mas não consegue responder. Foi um acidente, algo inesperado, e foi alcançado sem permissão. A febre se espalhou por toda a cidade protagonista de Justino, o índio (Regis Myrupu), mas também se espalhou na visão e no reflexo do público, foi tão lento que quando Quando as pessoas percebem, não há nada a fazer.

A febre – análise crítica 2020
A febre – análise crítica 2020

Maya Da-Rin tem uma longa história na indústria cinematográfica, envolvida nas mais variadas atividades, na primeira etapa como realizadora, esta experiência foi plenamente comprovada, pois proporciona um cinema maduro, Embora não haja defeito, o defeito pode ser explorado.

É um filme difícil, que não terá muitos seguidores entre o público comercial, mas manterá seu valor diante de um público curioso, até mesmo a inércia do evento pode ser facilmente estimulada.

A Febre – Início

Justin deixou sua aldeia há muito tempo e agora, como outros brasileiros, luta para viver em uma cidade grande. O filho se adaptou ao ritmo do branco e a filha está em busca de uma vida melhor.

O casal já não existia, mas ela foi embora sem deixar vestígios. As pessoas que o iniciaram continuam a lutar diariamente. Ônibus lotados, muitas horas de trabalho, taxas de serviço baixas, preços não qualificados.

Ele é firme, não abaixa a cabeça e evita o confronto. Responda rapidamente, devore a autoestima de estranhos e aceite comportamentos de não resposta que fingem ser um crime. Mas tudo isso ainda está nele. Ele se acumula, não tem para onde ir e, eventualmente, o polui. O esforço que o corpo tem pelo espírito.

A Febre – Enredo

Este homem fez o possível para expulsar os nativos de onde sempre morou. Quando finalmente deixou sua terra para tentar se adaptar, só descobriu que nunca mais haveria um novo espaço para se chamar. O homem branco tentou tratar o recém-chegado com drogas e gostou, mas ele só passou e nenhum desses exercícios durou.

As mudanças momentâneas nessas situações são tão imutáveis ​​que se tornam parte do comportamento de abraço e nojo.

A febre – análise crítica 2020
A febre – análise crítica 2020

O discurso foi lindo, cheio de turbulências e intenções ocultas, mas por trás disso, foi apenas um descumprimento que não atendeu aos requisitos e assumiu a responsabilidade. A causa da febre do protagonista não é causada por um vírus, desconforto de curto prazo ou leve desconforto. Isso reflete coisas maiores e mais sérias.

Você não pode ver ou não pode lutar contra os resultados, você só vai entender e descobrir como responder.

A Febre – Desenvolvimento

Os frutos perdidos ao longo do caminho são apenas parte da trajetória, que é igual para muita gente, mas ainda individual com dores. As relações estão sendo construídas entre os que permanecem e, assim como os atendidos hoje, os que prestam assistência também devem estar preparados para partir.

É importante sonhar com o passado sem olhar para trás, porque este lugar ainda existe, mesmo na realidade ou apenas na memória.

O poder da ficção continua a aumentar, os mesmos contentores entre si, o aparecimento das ruas ou as casas do refúgio se perdem, já não são usados ​​como casas, mas como depósitos de cadáveres cansados, já não capazes de lutar.

Portanto, a febre é uma bandeira vermelha e um aviso de mudança. Há muito o que fazer, porque só quem não anda vai ficar para trás.

A Febre – Análise Final

Maya Da-Rin não se apressou em contar a história que contou, não apenas porque estava mais interessada nas reações e sentimentos que poderia imitar nas pequenas cenas onde o público se reunia, em vez de lidar com mais Narrativa tradicional.

Com começo, meio e fim – mesmo que exista, tudo bem. Regis Myrupu é a cara e a alma do filme e, embora esteja longe de ser comum, ele lida com cada elemento que escolhe usar com tanta delicadeza.

A febre – análise crítica 2020
A febre – análise crítica 2020

Quem vem e vai, se deixa perder e se esforça para se encontrar; o que se esconde na floresta, e depois escolhe o propósito de desaparecer, não de desaparecer de si, mas dos olhos de quem observa de fora.

Existe uma distância aparentemente segura, sem conhecimento ou propriedade, mas com paciência e energia suficientes para inferir que este caminho é único, seja um ou mais.

A febre tem força, é imprescindível, pode até chegar tarde, mas quando vier, o seu chamado acabará por soar mais alto. Portanto, ele não pode mais ser ignorado. Deve partir, porque só então você pode manter

Perguntas frequentes sobre o tema:

TítuloA Febre (Original)
Ano produção2018
Dirigido porMaya Werneck Da-Rin
Estreia12 de Novembro de 2020 ( Brasil )
Duração90 minutos
Classificação 10 – Não recomendado para menores de 10 anos
GêneroDrama Nacional Thriller
Países de OrigemBrasil
A febre – análise crítica 2020
A febre – análise crítica 2020

Espero que tenha tirado boas ideias do post, sempre estou trazendo resenhas, resumos e análises interessantes sobre filmes badalados ou até mesmo sobre filmes nacionais que merecem mais atenção.

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