Agnus Dei Filme (2016) – ANÁLISE

A Segunda Guerra Mundial continua sendo um rico recurso temático para filmes de todo o mundo. Além dos atos bárbaros de combate armado e incidentes terroristas como o Holocausto, outras histórias ocultas nas trágicas consequências do conflito foram finalmente colocadas na tela.

Agnus Dei Filme (2016) - ANÁLISE
Agnus Dei Filme (2016) – ANÁLISE

O novo trabalho da produtora de cinema Anne Fontaine, “Agnus Dei Filme“, é baseado em uma dessas histórias verdadeiras e foi publicado na Polônia em 1945. Aqui acompanhamos uma jovem enfermeira da Cruz Vermelha francesa, Lou de Laâge, que encontrou a boneca de dinheiro no mosteiro de dinheiro vizinho.

Eles foram estuprados por soldados invasores russos e alemães. Mathilde está grávida de algumas mulheres grávidas e nos últimos dias de gravidez viajou secretamente à região para tratar das mulheres.

Agnus Dei Filme (2016) – Direção

Fontaine não se concentra no conflito armado, mas sim na colisão entre Mathilde (uma garota idealista, filha de um comunista e filha de um ateu) e um monge, especialmente uma mãe superior. Conflito ideológico. Depois de vivenciar esses eventos traumáticos e testar as crenças de mulheres espancadas, o desafio do dogma católico é inevitável, e a presença de enfermeiras o reforça.

O debate que eclodiu foi interessante: os limites das crenças, a cultura do estupro, as consequências psicológicas da vida da vítima; na maioria dos casos, os cineastas podem mantê-los acordados.

A parte técnica deu um tom sóbrio e formulou planos estáticos de longo prazo que aproveitaram a paisagem fria da Polônia, a simplicidade do ambiente do mosteiro de moedas e os retratos religiosos para compor pinturas requintadas.

Agnus Dei Filme (2016) – Enredo

A convivência entre as personagens também produziu um sentido de comunhão feminina, que Fontaine apreendeu de forma delicada, sempre acompanhada pela interpretação excepcional dos atores. A bela Lou de Laâge desempenha um papel desafiador, demonstrando total confiança e formando papéis com vários tons.

Agnus Dei Filme (2016) - ANÁLISE
Agnus Dei Filme (2016) – ANÁLISE

Sua complexa relação com uma das bonecas do dinheiro, Agata Buzek, é o que há de melhor no filme, e é também um confronto com sua mãe superior interpretada pela grande Agata Kulesza, Ida (2013).

Em contraste, o relacionamento ruim com o Dr. Samuel (Vincent McCain), a única figura masculina importante no personagem principal, não se desenvolveu satisfatoriamente para acrescentar nada ao personagem de Mathilde, além de É para escapar da facilidade e do humor na trama filmada por Tamil.

Agnus Dei Filme (2016) – Desenvolvimento

Infelizmente, depois de fazer um bom trabalho de construção gradual do quebra-cabeça, Fontaine sucumbiu a soluções simples com a mesma facilidade com que imediatamente diagnosticou que Matilda poderia completar a tarefa mesmo nas condições mais desfavoráveis.

Embora não tenha adotado um julgamento de fé, mesmo em circunstâncias bastante ridículas, o diretor estava claramente lutando ao lado da luta, que no final das contas quase não fez mudanças críveis no enredo, como a de Mathilde, o Monge, subitamente concordou.

A ideia de traumatizar a enfermeira para aproximá-la de outras mulheres também parece convincente: Fontaine não se opõe aos clichês que envolvem a protagonista na aura de heroísmo, nem se opõe ao uso de uma posição em vez de um estuprador. O efeito desejado não pode ser alcançado totalmente.

Agnus Dei Filme (2016) – Boas escolhas?

Na verdade, todo o terceiro ato se resume em tantos eventos dramáticos que contrastam fortemente com as sutilezas vistas até agora, encerrando o filme, desperdiçando tempo inútil e Conflito com Sensibilidade. Porque Fontaine tem uma resolução mais interessante e simples na sequência anterior aos resultados citados.

Essas escolhas ajudam a explicar a produção desigual do cineasta luxemburguês, que lida com filmes de média metragem como Coco Before Chanel (2009), Amor Sem Sinado (2013).

Agnus Dei Filme (2016) – Considerações Finais

Às vezes Fontaine mostra que é capaz de se livrar de sua própria armadilha narrativa. A maneira como ela inicialmente retratou a vida cotidiana do convento era de fato muito simples cantando, rezando, tarefas cotidianas em certos cenários, como quando uma teóloga do dinheiro concordou em amamentar um bebê de forma natural.

Agnus Dei Filme (2016) - ANÁLISE
Agnus Dei Filme (2016) – ANÁLISE

Ela o mostrou com seu grupo de crianças abandonadas meninas polonesas brincando no caixão. Ela manipula a sequência de conceitos de tempo, apresentando uma imagem confusa entre a velocidade da luz e os acontecimentos atuais, e também mostra a habilidade do diretor.

Mas mesmo que signifiquem avanços, esses momentos não são suficientes para fazer de Agnus Dei uma obra que representa uma grande virada em sua carreira.

Perguntas Frequentes sobre o assunto:

O que acontece em Agnus Dei Filme?

Em 1945, na Polônia, Mathilde, uma jovem médica francesa, descobre que freiras moradoras de um convento foram estupradas por soldados e muitas delas engravidaram. Mathilde, escalada somente para cuidar dos franceses, secretamente, começa a ajudar as freiras. A médica ainda precisa enfrentar os julgamentos das religiosas que se sentem culpadas por terem violado o voto de castidade.

Quando lançou Agnus Dei Filme?

Data de lançamento: 14 de julho de 2016

Quais os responsáveis pela produção de Agnus Dei Filme?

Direção: Anne Fontaine – Autora: Madeleine Pauliac

Onde posso assistir Agnus Dei Filme?

Você pode assistir em streaming legalmente na Netflix

Qual Gênero de Agnus Dei Filme?

Drama daqueles que te arrancam lágrimas

Espero ter ajudado

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