Boca de Ouro – Análise crítica 2020

Boca de Ouro: Com Nelson Pereira dos Santos no Boca de Ouro em 1963 ou Bruno Barreto no Boca de Ouro em 1990, A acidez produzida pelos resíduos do Boca de Ouro é o oposto. As conquistas de Daniel Filho em seu Boca de Ouro são apenas melhores A perda de intenção é confrontada com um hipotético modernismo, que deseja ser realista, mas só pode mostrar fraquezas e fraquezas.

Boca de ouro – análise crítica 2020
Boca de ouro – análise crítica 2020

Em vez de adaptar as palavras de Nelson Rodrigues a um mundo que se habitua cada vez mais às mudanças imediatas, em que a desatenção vai deixar tudo para trás – senão eliminado, o cineasta Você só pode mostrar sua própria idade sem ter que atender às necessidades da aparência moderna, muito menos encontrar preconceitos mais clássicos.

Seus esforços não são apenas vazios, mas também intermitentes, perdidos entre uma posição ultrapassada e uma vontade de longo prazo que já não tem sentido.

Boca de Ouro – Início

No entanto, o início foi auspicioso. Uma cuidadosa foto em preto e branco é usada para ilustrar uma noite chuvosa, em que o papel de Silvio Guindane, repórter de Caveirinha, aos poucos provou sua capacidade de livrar-se de transeuntes, policiais e investigadores, chegando finalmente ao local do crime.

No segundo andar do casarão que muitos sonham: é a casa do Boca de Ouro (Marcos Palmeira), ele está morto. Quem é o responsável pelo assassinato? Homem ou mulher? A possibilidade de cometer um crime passional é alta.

Mas o tom sóbrio desapareceu até aquele momento: ao se aproximar de seu corpo, o repórter tropeçou e caiu desajeitado nos lençóis ensanguentados. Apesar da violência, o tom é ridículo. Portanto, essa irregularidade vai determinar o ritmo depois.

Boca de Ouro – Enredo

Como se pode imaginar, a motivação é saber quem vai acabar com aqueles que temiam se impor à sociedade carioca há mais de um século e meio. Isso pode ser uma discussão, mas foi rapidamente abandonado. Pensando em pedir uma indenização ao amante do mais famoso infrator, Caverina foi a Malu Mader, sem medir as palavras antes de falar.

Porém, ao saber que se referia aos mortos, resolveu refazer o relatório, transformando o monstro cruel em vítima do meio ambiente.

Boca de ouro – análise crítica 2020
Boca de ouro – análise crítica 2020

No final, quando o atual marido (Guilherme Fontes) finalmente apareceu, ela contou novamente a mesma história, agora em tom harmonioso, focando mais na preservação do casamento do que na autenticidade das memórias. Ele deveria ser “Rashomon” (1950), mas o que ele conseguiu fazer foi satirizar o cansado comediante da TV ski.

A mudança de perspectiva deve ajudar a criar um bandido apaixonado e multifuncional e um gangster de primeira classe. Palmela deixou claro que não se importava com essas possíveis leituras, e que cada avatar se parecia com o anterior, de modo que apenas destacava que o intérprete não poderia dar explicações mais detalhadas.

Boca de Ouro – Análise

Curiosamente, no depoimento do parceiro e nas cenas dramáticas, os dois se voltaram para um casal específico, o que afetou a ligação entre os protagonistas Celeste (Lorena Comparato) e Leleco (Thiago Rodrigues). Em casta e vagabunda, ele mudou de um marido vingativo para um chifre gentil.

Toda interação com o Boca de Ouro tem uma razão-malícia, orgulho, carência, honra, esperança. Todos eles alcançaram o mesmo objetivo, mais vívido do que a piedade. As variáveis ​​são perdidas porque não têm sentido e, eventualmente, tornam-se redundantes e tediosas.

Boca de Ouro – Considerações finais

Daniel Filho não só desperdiçou uma boa história, mas também ficou chocado ao pegar um texto que já tinha outros significados por muito tempo, mas fez questão de trabalhar tanto quanto fazia na trama.

Ao explorar uma aparência masculina, insista em expor os corpos das mulheres em uma ordem desnecessária, reduzindo-os a nada mais do que objetos de disputa e ganância. Essa pessoa em busca de sonhos despreza uma boca de ouro e um ouro puro. O caixão eventualmente impregna a narrativa, ignorando seus motivos

Boca de ouro – análise crítica 2020
Boca de ouro – análise crítica 2020

Perucas mal colocadas, respostas exageradas e longos discursos perderam suas origens e feitos, o que nos faz desistir da oportunidade real não apenas de discutir tais sugestões, mas também de fazer novas perspectivas sobre muitas coisas que vimos.

Como resultado, seja por falta de criatividade devido à repetição, ou por desperdício de visitas em vez de fazer perguntas, apenas para verificar a prática de verificar o seu espaço com urgência, os espectadores sentirão apenas tédio intermitente.

Perguntas frequentes sobre o tema:

TítuloBoca de Ouro (Original)
Ano produção2020
Dirigido porDaniel Filho
Estreia12 de Novembro de 2020 ( Brasil )
Duração93 minutos
Classificação 12 – Não recomendado para menores de 12 anos
GêneroNacional Policial
Países de OrigemBrasil
Boca de ouro – análise crítica 2020
Boca de ouro – análise crítica 2020

Espero que tenha tirado boas ideias do post, sempre estou trazendo resenhas, resumos e análises interessantes sobre filmes badalados ou até mesmo sobre filmes nacionais que merecem mais atenção.

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