Quem poderia imaginar não é? Um filme do Palhaço do Crime, o clássico rival do Batman, tendo seu próprio filme solo. No começo, o que parecia ser uma medida drástica para o universo, está se concluindo como uma “jogada de mestre” da DC.

Como diria o Comissário Gordon de Gary Oldman, “Batman é o herói que Gotham merece, mas não o que ela precisa agora”. Nesse caso, Coringa é o que a DC merece e também precisava. Mais do que uma nova roupagem do vilão ao mundo contemporâneo, com suas mazelas e novas doenças; Coringa representa uma nova fase, esta que está para ser estabelecida nos cinemas. Totalmente independente, sem ter que lembrar ao público de que o multiverso existe e tudo está ligado etc. Não, Coringa é descompromissado com o tal Universo DCEU, mas diferente dos outros, é totalmente compromissado com seu público.

images-3-9423302-8702772
Todd e Phoenix no Festival de Veneza

O filme de Todd Phillips já prende atenção por si só. Obviamente, temos outros atrativos, como qa semelhança aparente desta versão com a de Heath Ledger. Nada fora do script, visto que Phoenix e Ledger eram amigos próximos, e de que deveria ser uma regra indiscutível que o Coringa de Ledger é um modelo para todos. O filme também mostrará a origem do vilão, sendo algo inédito visto que poucas versões do Coringa são mostradas neste quesito.

É importante não cair no clichê do “renascimento/redenção da DC”. A DC/Warner não precisa de filmes que “salvem” o seu universo, e sim que sinalizem a direção de suas produções. O longa dita um novo ritmo, obscuro e novo, introduzindo uma história mais polida e próxima à realidade. Por mais que Jared Leto continue como Coringa no universo original, é interessante ver as possibilidades ao criar filmes independentes de si, com histórias diferentes. Pensando a longo prazo, isso poderia até ser benéfico em um possível Multiverso DC.

Antes mesmo de ter sido lançado, Coringa se mostra importante no cinema. Com o Leão de Ouro em Veneza, e diversas críticas positivas, o filme vem se consolidando e ganhando espaço na mídia. Pode ser cedo, ou pode ser certeiro, mas fato é que a DC precisava desse filme, talvez sem saber disso quando o produzia.

Quem poderia imaginar não é? Um filme do Palhaço do Crime, o clássico rival do Batman, tendo seu próprio filme solo. No começo, o que parecia ser uma medida drástica para o universo, está se concluindo como uma “jogada de mestre” da DC.

Como diria o Comissário Gordon de Gary Oldman, “Batman é o herói que Gotham merece, mas não o que ela precisa agora”. Nesse caso, Coringa é o que a DC merece e também precisava. Mais do que uma nova roupagem do vilão ao mundo contemporâneo, com suas mazelas e novas doenças; Coringa representa uma nova fase, esta que está para ser estabelecida nos cinemas. Totalmente independente, sem ter que lembrar ao público de que o multiverso existe e tudo está ligado etc. Não, Coringa é descompromissado com o tal Universo DCEU, mas diferente dos outros, é totalmente compromissado com seu público.

images-3-9423302-8702772
Todd e Phoenix no Festival de Veneza

O filme de Todd Phillips já prende atenção por si só. Obviamente, temos outros atrativos, como qa semelhança aparente desta versão com a de Heath Ledger. Nada fora do script, visto que Phoenix e Ledger eram amigos próximos, e de que deveria ser uma regra indiscutível que o Coringa de Ledger é um modelo para todos. O filme também mostrará a origem do vilão, sendo algo inédito visto que poucas versões do Coringa são mostradas neste quesito.

É importante não cair no clichê do “renascimento/redenção da DC”. A DC/Warner não precisa de filmes que “salvem” o seu universo, e sim que sinalizem a direção de suas produções. O longa dita um novo ritmo, obscuro e novo, introduzindo uma história mais polida e próxima à realidade. Por mais que Jared Leto continue como Coringa no universo original, é interessante ver as possibilidades ao criar filmes independentes de si, com histórias diferentes. Pensando a longo prazo, isso poderia até ser benéfico em um possível Multiverso DC.

Antes mesmo de ter sido lançado, Coringa se mostra importante no cinema. Com o Leão de Ouro em Veneza, e diversas críticas positivas, o filme vem se consolidando e ganhando espaço na mídia. Pode ser cedo, ou pode ser certeiro, mas fato é que a DC precisava desse filme, talvez sem saber disso quando o produzia.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Conteúdo Relacionado

Este é um site do grupo B20