• Início
  • Notícias
  • Coringa 2 | Todd Phillips tem uma condição para dirigir a sequência

O sucesso comercial de Coringa já é uma pauta redundante. O filme quebrou uma sucessão de recordes, tornando-se a maior bilheteria para um filme +18 de todos os tempos e, logo em seguida, o filme baseado em quadrinhos mais lucrativo da história. Não há dúvidas, mesmo agora, de que a produção foi um ponto de virada para o cinema de heróis como um todo.

Uma forma de dimensionarmos o sucesso do filme em seus objetivos, sejam eles quais forem, é a recente abertura dos envolvidos a uma sequência. Antes de seu lançamento, Coringa era visto como um risco para a Warner. A reação do público à reinterpretação do personagem era completamente desconhecida, tornando-o um lançamento isolado e sem perspectivas de continuidade.

1401688-1024x682-5308945-8775143
Warner Bros.

Hoje, porém, um segundo filme já é quase uma certeza. E não poderia ser diferente. Se existe um estúdio disposto a simplesmente ignorar um lançamento que custa $60 milhões e arrecada quase $1 bilhão, apenas em bilheteria, ele deve fechar as portas e internar seu presidente (no Asilo Arkham, talvez?).

A boa recepção do público também faz com que os artistas envolvidos na produção se sintam mais seguros e motivados para realizarem uma continuação. Joaquin Phoenix, por exemplo, disse que o Príncipe do Crime era um “papel dos sonhos”. Durante as gravações, era comum que perguntasse ao diretor, Todd Phillips, quando um segundo filme seria produzido.

Todd Phillips, por sua vez, começou a contemplar a ideia recentemente. Em entrevista ao The Los Angeles Times, o diretor e roteirista estabeleceu uma condição, buscando preservar a qualidade do primeiro filme.

“Não poderia ser apenas um filme louco e desvairado sobre o Palhaço Príncipe do Crime. Teria que ter alguma ressonância temática de uma forma similar à que teve Coringa. Porque eu acho que é por isso que o filme se conectou, no fim das contas, é o que acontece por baixo. Diversos filmes são sobre a faísca, este é sobre a pólvora. Se você pudesse capturar isso novamente, de forma real, isso seria interessante.”

screen_shot_2019_08_28_at_12-06-58_pm-0-1024x683-9803601-6370394
Warner Bros.

É genuinamente animador sabermos que Hollywood ainda resguarda artistas comprometidos com a qualidade e solidez de suas obras, mesmo quando confrontados com montanhas de dinheiro e caminhos fáceis a serem seguidos.

Confira também: Cena foi cortada de Coringa por ser “simplesmente insana”

Da mesma forma, é importante que os estúdios percebam que há espaço para experimentação e inovação no cinema comercial. As fórmulas que o público reaprova há mais de meio século podem ter seu charme, mas a inventividade segue sendo o viés mais encantador da arte.

O sucesso comercial de Coringa já é uma pauta redundante. O filme quebrou uma sucessão de recordes, tornando-se a maior bilheteria para um filme +18 de todos os tempos e, logo em seguida, o filme baseado em quadrinhos mais lucrativo da história. Não há dúvidas, mesmo agora, de que a produção foi um ponto de virada para o cinema de heróis como um todo.

Uma forma de dimensionarmos o sucesso do filme em seus objetivos, sejam eles quais forem, é a recente abertura dos envolvidos a uma sequência. Antes de seu lançamento, Coringa era visto como um risco para a Warner. A reação do público à reinterpretação do personagem era completamente desconhecida, tornando-o um lançamento isolado e sem perspectivas de continuidade.

1401688-1024x682-5308945-8775143
Warner Bros.

Hoje, porém, um segundo filme já é quase uma certeza. E não poderia ser diferente. Se existe um estúdio disposto a simplesmente ignorar um lançamento que custa $60 milhões e arrecada quase $1 bilhão, apenas em bilheteria, ele deve fechar as portas e internar seu presidente (no Asilo Arkham, talvez?).

A boa recepção do público também faz com que os artistas envolvidos na produção se sintam mais seguros e motivados para realizarem uma continuação. Joaquin Phoenix, por exemplo, disse que o Príncipe do Crime era um “papel dos sonhos”. Durante as gravações, era comum que perguntasse ao diretor, Todd Phillips, quando um segundo filme seria produzido.

Todd Phillips, por sua vez, começou a contemplar a ideia recentemente. Em entrevista ao The Los Angeles Times, o diretor e roteirista estabeleceu uma condição, buscando preservar a qualidade do primeiro filme.

“Não poderia ser apenas um filme louco e desvairado sobre o Palhaço Príncipe do Crime. Teria que ter alguma ressonância temática de uma forma similar à que teve Coringa. Porque eu acho que é por isso que o filme se conectou, no fim das contas, é o que acontece por baixo. Diversos filmes são sobre a faísca, este é sobre a pólvora. Se você pudesse capturar isso novamente, de forma real, isso seria interessante.”

screen_shot_2019_08_28_at_12-06-58_pm-0-1024x683-9803601-6370394
Warner Bros.

É genuinamente animador sabermos que Hollywood ainda resguarda artistas comprometidos com a qualidade e solidez de suas obras, mesmo quando confrontados com montanhas de dinheiro e caminhos fáceis a serem seguidos.

Confira também: Cena foi cortada de Coringa por ser “simplesmente insana”

Da mesma forma, é importante que os estúdios percebam que há espaço para experimentação e inovação no cinema comercial. As fórmulas que o público reaprova há mais de meio século podem ter seu charme, mas a inventividade segue sendo o viés mais encantador da arte.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Conteúdo Relacionado

Este é um site do grupo B20