Godzilla II: O Rei dos Monstros chegou para satisfazer aqueles que acharam que o primeiro filme não superou expectativas e esperava ver mais do grande titã. Neste novo longa percebe-se que há uma mudança significativa no roteiro, dando-se mais destaque ao protagonista. O tempo de tela do monstro protagonista é bem mais amplo e nesse filme está mais visível do que no filme anterior.

O filme apresenta as consequências dos acontecimentos anteriores, onde a sociedade está com medo e o governo quer matar a criatura de qualquer jeito. Em contra partida, a agência Monarch descobre novos monstros e trabalha em um equipamento para conter as criaturas, mas a situação sai do controle quando um grupo de ativistas decidem tomar o controle das bases de pesquisa da Monarch.

Em Godzilla II: O Rei dos Monstros, cinco anos se passaram após a passagem do monstro por São Francisco. A trama gira em torno da Família Russel que tiveram suas vidas impactadas pelo monstro e desde então segue abalada.

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Divulgação/Warner Bros. Pictures

O longa tem uma sonoplastia incrível, a edição de som da produção está maravilhosa e nos transporta para o filme, principalmente em momentos de tensão. Os momentos de silêncios seguidos do rugido de Godzilla dá um tom audível de sua grandiosidade, porém o que eleva o longa é o design de produção, que supera imensuravelmente o do primeiro filme, deixando o monstro protagonista mais imponente.

O elenco é muito bem escalado, com destaque para Millie Bobby Brown e Charles Dance, que entregam uma boa protagonista e um vilão super interessante. Mas são o monstros que roubam a cena, e não deveria ser diferente. A Mothra está linda e majestosa, com seu visual bastante luminoso, e tem uma participação muito importante. Rodan é o monstro que menos aparece, mas ainda assim é destrutivo e tem destaque. Mas o monstro principal é o King Ghidorah. Ele é ameaçador e imponente, sendo uma ameaça ainda maior para a humanidade do que o Godzilla.

Quase 80% do Godzilla II: O Rei dos Montros é um espetáculo de luta livre entre King Ghidorah, conhecido como Monstro Zero, e Godzilla. Vemos diversos momentos em que os grandes titãs se enfrentam em batalhas de tirar o fôlego, mas nada disso seria possível sem Michael Doughtry, diretor do longa, que fez um belíssimo trabalho ao trazer toda a brutalidade necessária. O embate entre King Ghidorah e Godzilla é um daqueles momentos que te faz ficar vidrado e sem piscar.

O longa expande a mitologia do Godzilla, também vemos um grande avanço para o universo compartilhado de monstros que a Warner está desenvolvendo. O Rei dos Monstros, abre caminho para o novo filme do lagarto gigante, que será um crossover com Kong. As citações à Ilha da Caveira se mostram relevantes ao apresentar implicitamente o que virá em um futuro próximo.

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Divulgação/ Warner Bros. Pictures

O único defeito em Godzilla II: O Rei dos Monstros é a falta de seriedade dos personagens em momentos de tensão e tragédias. Piadas feitas em momentos inoportunos incomodam por serem sem graças. Há algumas tiradas cômicas que até são engraçadinhas, mas ainda assim não funcionam, porém isso não afeta completamente a produção.

Mas apesar das piadas sem graças, Godzilla II: O Rei dos Monstros é um filme redondo, que só deixa pontas soltas necessárias. Bem dirigido, escrito, com grandes atuações, belo visual fotográfico e sonoro, muitos monstros e batalhas brutais como deveria ser. A sensação que deixa é de ansiedade para o embate Godzilla vs. Kong.

Godzilla II: O Rei dos Monstros tem uma cena pós-crédito.

Assista ao trailer do filme:

https://www.youtube.com/watch?v=wRDnxNVdIEQ

Leia mais sobre Godzilla:

Godzilla II: O Rei dos Monstros chegou para satisfazer aqueles que acharam que o primeiro filme não superou expectativas e esperava ver mais do grande titã. Neste novo longa percebe-se que há uma mudança significativa no roteiro, dando-se mais destaque ao protagonista. O tempo de tela do monstro protagonista é bem mais amplo e nesse filme está mais visível do que no filme anterior.

O filme apresenta as consequências dos acontecimentos anteriores, onde a sociedade está com medo e o governo quer matar a criatura de qualquer jeito. Em contra partida, a agência Monarch descobre novos monstros e trabalha em um equipamento para conter as criaturas, mas a situação sai do controle quando um grupo de ativistas decidem tomar o controle das bases de pesquisa da Monarch.

Em Godzilla II: O Rei dos Monstros, cinco anos se passaram após a passagem do monstro por São Francisco. A trama gira em torno da Família Russel que tiveram suas vidas impactadas pelo monstro e desde então segue abalada.

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Divulgação/Warner Bros. Pictures

O longa tem uma sonoplastia incrível, a edição de som da produção está maravilhosa e nos transporta para o filme, principalmente em momentos de tensão. Os momentos de silêncios seguidos do rugido de Godzilla dá um tom audível de sua grandiosidade, porém o que eleva o longa é o design de produção, que supera imensuravelmente o do primeiro filme, deixando o monstro protagonista mais imponente.

O elenco é muito bem escalado, com destaque para Millie Bobby Brown e Charles Dance, que entregam uma boa protagonista e um vilão super interessante. Mas são o monstros que roubam a cena, e não deveria ser diferente. A Mothra está linda e majestosa, com seu visual bastante luminoso, e tem uma participação muito importante. Rodan é o monstro que menos aparece, mas ainda assim é destrutivo e tem destaque. Mas o monstro principal é o King Ghidorah. Ele é ameaçador e imponente, sendo uma ameaça ainda maior para a humanidade do que o Godzilla.

Quase 80% do Godzilla II: O Rei dos Montros é um espetáculo de luta livre entre King Ghidorah, conhecido como Monstro Zero, e Godzilla. Vemos diversos momentos em que os grandes titãs se enfrentam em batalhas de tirar o fôlego, mas nada disso seria possível sem Michael Doughtry, diretor do longa, que fez um belíssimo trabalho ao trazer toda a brutalidade necessária. O embate entre King Ghidorah e Godzilla é um daqueles momentos que te faz ficar vidrado e sem piscar.

O longa expande a mitologia do Godzilla, também vemos um grande avanço para o universo compartilhado de monstros que a Warner está desenvolvendo. O Rei dos Monstros, abre caminho para o novo filme do lagarto gigante, que será um crossover com Kong. As citações à Ilha da Caveira se mostram relevantes ao apresentar implicitamente o que virá em um futuro próximo.

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Divulgação/ Warner Bros. Pictures

O único defeito em Godzilla II: O Rei dos Monstros é a falta de seriedade dos personagens em momentos de tensão e tragédias. Piadas feitas em momentos inoportunos incomodam por serem sem graças. Há algumas tiradas cômicas que até são engraçadinhas, mas ainda assim não funcionam, porém isso não afeta completamente a produção.

Mas apesar das piadas sem graças, Godzilla II: O Rei dos Monstros é um filme redondo, que só deixa pontas soltas necessárias. Bem dirigido, escrito, com grandes atuações, belo visual fotográfico e sonoro, muitos monstros e batalhas brutais como deveria ser. A sensação que deixa é de ansiedade para o embate Godzilla vs. Kong.

Godzilla II: O Rei dos Monstros tem uma cena pós-crédito.

Assista ao trailer do filme:

https://www.youtube.com/watch?v=wRDnxNVdIEQ

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