O que será que achamos do Western O matador? Primeiro filme brasileiro produzido pela Netflix? É só seguir abaixo.

O matador possui uma boa ideia, mas…

Boas ideias não geram necessariamente bons filmes e os exemplos disso não inúmeros, O Matador surge como mais um deles.

A trama conta a história de Cabeleira, que foi abandonado no sertão ainda bebê e cresceu aos cuidados de Sete Orelhas, um cangaceiro que o encontrou e cuidou dele.

Apesar do acerto em retratar a história por meio da fala de um contador, figura muito popular na cultura nordestina, o roteiro falha por, além de não possuir um ponto forte principal, entregar um protagonista fraco.

o matador

Cabeleira não tem nenhum elemento que faça o público identificar-se com ele, some em certa parte da trama e quando reaparece já é tarde demais para a criação de qualquer vínculo.

O próprio personagem mais parece uma corda que o roteirista utiliza várias vezes durante a história para amarrar o roteiro que não tem um ponto central forte o suficiente para tantos “afluentes” que foram montados.

O personagem Cabeleira, em O matador

Cabeleira nasce e cresce como uma rocha bruta do sertão e em certo momento se estagna na sua condição de rocha, ainda que jovem, em convívio com a civilização e com um lapso de tempo suficiente para um melhor desenvolvimento, Cabeleira continua o mesmo ser animalesco de sempre, acontecendo uma mudança apenas tempos depois, ao encontrar o filho, quando já é tarde demais.

Os elementos cinematográficos de O matador

A arte, apesar de americanizada em alguns momentos em relação ao figurino, cumpriu o seu papel. A fotografia é um trunfo, retrata bem, com a iluminação, o sertão rústico. O som faz um bom trabalho em ambientar o público no dúbio espaço hostil e calmo do que é o “sertão dos valentes”.

o matador

No entanto, os efeitos desnecessários foram extremamente mal utilizados, deixando em todas as vezes perceptível até mesmo para quem não está acostumado a ver, a sua artificialidade quase amadora. 

Concluindo O matador…

A grande expectativa que foi gerada acerca do primeiro filme brasileiro produzido pela expoente Netflix não condiz totalmente com o filme que foi entregue por ela, com mais erros do que acertos.

E aí, concorda com nossa opinião sobre O matador?

Aproveite para ver mais críticas do nosso blog, clique aqui para conferir a nossa categoria de críticas de cinema.

O que será que achamos do Western O matador? Primeiro filme brasileiro produzido pela Netflix? É só seguir abaixo.

O matador possui uma boa ideia, mas…

Boas ideias não geram necessariamente bons filmes e os exemplos disso não inúmeros, O Matador surge como mais um deles.

A trama conta a história de Cabeleira, que foi abandonado no sertão ainda bebê e cresceu aos cuidados de Sete Orelhas, um cangaceiro que o encontrou e cuidou dele.

Apesar do acerto em retratar a história por meio da fala de um contador, figura muito popular na cultura nordestina, o roteiro falha por, além de não possuir um ponto forte principal, entregar um protagonista fraco.

o matador

Cabeleira não tem nenhum elemento que faça o público identificar-se com ele, some em certa parte da trama e quando reaparece já é tarde demais para a criação de qualquer vínculo.

O próprio personagem mais parece uma corda que o roteirista utiliza várias vezes durante a história para amarrar o roteiro que não tem um ponto central forte o suficiente para tantos “afluentes” que foram montados.

O personagem Cabeleira, em O matador

Cabeleira nasce e cresce como uma rocha bruta do sertão e em certo momento se estagna na sua condição de rocha, ainda que jovem, em convívio com a civilização e com um lapso de tempo suficiente para um melhor desenvolvimento, Cabeleira continua o mesmo ser animalesco de sempre, acontecendo uma mudança apenas tempos depois, ao encontrar o filho, quando já é tarde demais.

Os elementos cinematográficos de O matador

A arte, apesar de americanizada em alguns momentos em relação ao figurino, cumpriu o seu papel. A fotografia é um trunfo, retrata bem, com a iluminação, o sertão rústico. O som faz um bom trabalho em ambientar o público no dúbio espaço hostil e calmo do que é o “sertão dos valentes”.

o matador

No entanto, os efeitos desnecessários foram extremamente mal utilizados, deixando em todas as vezes perceptível até mesmo para quem não está acostumado a ver, a sua artificialidade quase amadora. 

Concluindo O matador…

A grande expectativa que foi gerada acerca do primeiro filme brasileiro produzido pela expoente Netflix não condiz totalmente com o filme que foi entregue por ela, com mais erros do que acertos.

E aí, concorda com nossa opinião sobre O matador?

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