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Judy Garland, foi cantora, talentosa estrela de Hollywood, amada e desejada por muitos, embora se despedisse do mundo com apenas 47 anos, no entanto, deixou seu nome no rastro do sucesso para sempre.

Judy Garland Melhores filmes

Entre os melhores filmes de Judy Garland, está o mágico de Oz , um clássico do cinema que encantou milhares de crianças e adultos em todos os tempos.

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Quem foi Judy Garland

Judy Garland ou melhor, Frances Ethel Gumm ( seu verdadeiro nome) nasceu em 10 de junho de 1922 em Grand Rapids, Minnesota, Estados Unidos, e partiu em 22 de junho de 1969 (47 anos). Ela  foi uma atriz americana considerada por muitos uma das principais estrelas cantoras da “Era de Ouro” de Hollywood dos filmes musicais. Também foi uma das figuras mais trágicas do show business americano.

Filha de uma mãe insistente, Garland e suas irmãs foram forçadas a participar de um ato chamada Gumm Sisters, que apareceu em curtas de cinema e na Feira Mundial de Chicago de 1933. Era claro desde o início que Judy era a estrela, e como tal, assinou com a MGM em 1936.

O estúdio adorou a voz de Garland, mas estava preocupado com seus traços faciais inchados e sua curvatura da coluna vertebral.

Disputa e surpresa

A MGM decidiu testar tanto Garland como outra adolescente contratada, Deanna Durbin, em um musical curta-metragem chamado Every Sunday (1936) que obteve boas críticas.

No entanto, a MGM decidiu liberar Garland para sua estréia no cinema na produção de outro estúdio, apenas para conferir se a resposta positiva do público para Every Sunday tinha um acaso. O estúdio planejara manter Durbin e demitir Garland.

Emprestada a 20th Century Fox, Garland participu em Loucuras de Estudantes (1936) e roubou o show com suas maravilhosas interpretações. Garland voltou a MGM passou a receber melhores oportunidades para mostrar seu talento.

Foi quando surgiu O Mágico de Oz, no início a MGM planejou estrelar Shirley Temple, da Fox como protagonista do filme, mas o acordo não deu certo e Garland foi escolhida como Dorothy, papel que a marcou por toda sua vida.

A estrela infantil

O Mágico de Oz fez de Garland uma estrela, mas a MGM não conseguiu vê-la além da imagem de garotinha e insistiu em lançá-la em papéis infantis.

Em 1940 Garland interpretou seu primeiro papel de adulto, um duplo papel de mãe e filha. O papel foi um desafio para ela, onde teve seu primeiro beijo adulto e a única cena de morte de sua carreira. O sucesso deste filme somados aos gravados em 1941, garantiu sua posição como maior estrela da MGM.

Durante esse tempo, Judy experimentou seus primeiros romances. O primeiro foi com o músico Artie Shaw. Garland era profundamente dedicada a Shaw e ficou devastada no início de 1940, quando ele fugiu com Lana Turner.

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A vida sentimental de Judy Garland

Judy começou um relacionamento com o músico David Rose e quando completou 18 anos, Rose deu-lhe um anel de noivado. O estúdio interveio porque ele ainda era casado na época com a atriz e cantora Martha Raye. O casal concordou em esperar um ano para permitir o divórcio entre Rose e Raye e se casaram em 27 de julho de 1941.

Ela estava visivelmente mais magra em seu próximo filme, Idílio em Do-Re-Mi (1942), ao lado de Gene Kelly em sua primeira aparição nas telas de cinema. Garland ficou no topo dos créditos pela primeira vez e, efetivamente, fez a transição de estrela adolescente a atriz adulta.

Um dos mais bem sucedidos filmes da atriz pela MGM foi Agora Seremos Felizes (1944), em que ela apresentou três canções: The Trolley Song, The Boy Next Door e Have Yourself a Merry Little Christmas. Vincente Minnelli foi designado para dirigir esse filme e pediu que a maquiadora Dorothy Ponedel fosse atribuída a Garland para melhorar sua aparência.

Ponedel refinou a aparência de Judy de diversas maneiras, incluindo a ampliação e remodelação das sobrancelhas, mudando seu cabelo e modificando sua linha de lábio. Judy gostou dos resultados, tanto que Ponedel foi incluída no seu contrato para realizar todas as suas maquiagens.

O nascimento de Liza Minnelli e surto de Judy

Durante as filmagens, depois de alguns conflitos iniciais entre eles, Minnelli e Garland começaram um relacionamento. Eles casaram em 15 de junho de 1945 e em 12 de março de 1946 sua filha Liza Minnelli nasceu.

Durante as filmagens de O Pirata (1948), Judy sofreu um colapso nervoso e foi colocada em um sanatório privado. Ela foi capaz de completar as filmagens, mas em julho desse ano fez sua primeira tentativa de suicídio, fazendo pequenos cortes nos pulsos com um vidro quebrado. Nesse período ela passou 2 semanas no Austen Riggs Center, um hospital psiquiátrico em Stockbridge, Massachusetts.

Na sequência de seu trabalho em O Pirata, Judy completou mais três filmes para a MGM: Desfile de Páscoa (em que ela dançou com Fred Astaire), A Noiva Desconhecida (1949), e seu último filme com a MGM, Casa, Comida e Carinho (1950).

Durante as filmagens de Ciúme, Sinal de Amor, Judy tomou uma prescrição de medicação para dormir, juntamente com comprimidos obtidos de forma ilícita contendo morfina. Nessa mesma época ela começou a apresentar sérios problemas pelo abuso do álcool. Estes, em combinação com enxaqueca, levaram-na a perder vários dias de filmagem.

Substituição de Judy Garland por outra atriz

Depois de ser advertido pelo médico de que ela só seria capaz de trabalhar quatro a cinco dias por vez, intercalando com períodos de repouso prolongados, o executivo da MGM Arthur Freed tomou a decisão de suspender Garland. Ela foi substituída por Ginger Rogers.

Judy já vinha abandonando diversas filmagens e sendo substituida quando ficou grávida, em 1950. Ela novamente não se apresentou para o set em diversas ocasiões e o estúdio suspendeu o seu contrato em 17 de junho de 1950, substituindo-a por Jane Powell.

Depois dessa última demissão ela esfregou no pescoço um copo de água quebrado. “Tudo que eu podia ver à frente era mais confusão”, disse mais tarde Judy sobre a tentativa de suicídio. “Eu queria apagar o futuro, assim como o passado. Eu queria me machucar e a todos que me feriram.”

Show business com Judy Garland

Em outubro de 1951, Garland abriu uma temporada com dois espetáculos ao estilo vaudeville no recém-reformado Palace Theatre. A temporada de 19 semanas ultrapassou todos os recordes anteriores para o teatro e foi descrito como “um dos maiores triunfos pessoais na história do show business”. Garland foi homenageada pela sua contribuição para a revitalização do vaudeville com um Tony Award especial.

Em maio de 1952, no auge do retorno de Judy, sua mãe foi destaque em uma história do Los Angeles Mirror, no qual ela revelou que, embora Garland estivesse fazendo uma pequena fortuna no Pallace, Ela estava trabalhando em escritório, na Douglas Aircraft Company, por 61 dólares por semana.

Garland e Ethel tinham ficado afastadas por anos, com Judy caracterizando sua mãe como “não serve para nada a não ser para criar caos e medo” e acusando-a de má administração e apropriação indevida do salário de Judy desde os primeiros dias de sua carreira. A irmã de Judy, Virgínia, negou, dizendo: “Mamãe nunca levou um centavo de Judy”. Em 5 de janeiro de 1953, Ethel foi encontrada morta no estacionamento do aeroporto.

Nova queda da atriz

Em 1954, Garland filmou um remake do musical Nasce Uma Estrela para a Warner Bros. Luft e Garland, através de sua produtora Transcona Enterprises, produziram o filme, enquanto a Warner Bros forneceu os fundos e as instalações de produção e da equipe. Dirigido por George Cukor e co-estrelado por James Mason, era uma grande empreitada a qual Garland inicialmente se dedicou plenamente.

Com o progredir da filmagem, no entanto, ela começou a fazer as coisas que tinha feito tantas vezes durante seus últimos filmes da MGM. Atrasos de produção e aumento dos custos levaram a confrontos com Jack Warner, o cabeça da Warner Bros.

Antes do lançamento, o filme foi editado por instrução de Jack Warner, os operadores do cinema estavam preocupados com a possibilidade de perder dinheiro, porque eles só podiam rodar o filme três ou quatro vezes por dia, em vez de cinco ou seis e pressionaram o estúdio para fazer reduções adicionais.

Cerca de 30 minutos de imagens foram cortadas, provocando indignação entre os críticos e cinéfilos. A Star is Born acabou perdendo dinheiro e a posição financeira de Judy ficou abalada porque os lucros esperados não se materializaram. Ela não fez mais filmes com a Warner.

Judy Garland  -Melhor Atriz na 27ª Edição do Óscar

Garland foi nomeada para o Óscar de Melhor Atriz na 27ª Edição do Óscar, que ocorreu em 1955 e nas vésperas da premiação era esperada como a provável vencedora pelo público e críticos. Ela não pôde comparecer à cerimônia porque tinha acabado de dar à luz seu filho, Joseph Luft, então uma equipe de televisão estava no hospital com câmeras e equipamentos para a transmissão televisiva do discurso de aceitação antecipada.

O Oscar foi ganho, no entanto, por Grace Kelly pela sua atuaçao no filme Amar é Sofrer (1954). A equipe de filmagem foi à cerimônia antes que Kelly pudesse chegar ao palco. Judy até fez piadas sobre o incidente, em sua série de televisão, dizendo: “… e ninguém disse adeus”.

Groucho Marx enviou um telegrama após a cerimônia de premiação, declarando que a sua perda foi “o maior roubo desde Brinks”. A revista Time rotulou seu desempenho como “a maior apresentação de uma mulher na história do cinema moderno.” Judy, no entanto, ganhou o Globo de Ouro de Melhor Atriz em um Musical pelo papel.

Filmes que participou

Os filmes de Garland após A Star Is Born incluem Julgamento em Nuremberg (1961) para o qual ela foi indicada para Oscar e Globo de Ouro, nomeada para Melhor Atriz coadjuvante, o longa-metragem animado Gay Purr-ee (1962), e A Child is Waiting (1963) com Burt Lancaster.

Seu último filme, Na Glória, a Amargura (1963), co-estrelado por Dirk Bogarde, espelhou sua própria vida com a história de uma cantora mundialmente famosa. A última música do filme foi a profética I Could Go on Singing, cuja tradução para o português seria “Eu poderia continuar cantando”.

Garland e Luft se casaram

Garland contratou Luft como seu empresário no mesmo ano em que se divorciou de Minnelli. Ele organizou uma turnê de quatro meses do Reino Unido, onde todos os shows tiveram seus ingressos esgotados por toda a Inglaterra, Escócia e Irlanda. Ele incluiu suas primeiras aparições no famoso London Palladium, por um período de quatro semanas em abril.

Embora parte da imprensa britânica a repreendeu antes de sua abertura por ser “muito pesada”, ela recebeu elogios e os aplausos foi descrito pelo gerente Palladium como o mais alto que ele já tinha ouvido. Garland e Luft se casaram em 8 de junho de 1952, em Hollister, Califórnia. Garland deu à luz Lorna Luft em de 21 de novembro de 1952 e Joey Luft em 29 de março de 1955.

Começando em 1955, Garland apareceu em vários especiais de televisão. O primeiro foi o episódio de estreia de 1955 do Ford Star Jubileu, que foi a primeira transmissão totalmente colorida na CBS e foi um triunfo, marcando 34,8 pontos na classificação Nielsen.

Episódio de Hepatite

Em novembro de 1959, Judy foi internada com diagnóstico de hepatite aguda. Ao longo das próximas semanas, vários fluidos foram drenados de seu corpo até que, ainda fraca, ela foi liberada do hospital em janeiro de 1960. Ela foi informada pelos médicos de que provavelmente tinha cinco anos ou menos para viver e que, mesmo se sobrevivesse, ela seria uma semi-inválida e nunca iria cantar novamente.

Inicialmente, ela se sentiu “muito aliviada” com o diagnóstico. “A pressão estava fora de mim pela primeira vez na minha vida”. No entanto, Judy recuperou-se com êxito ao longo dos próximos meses e, em agosto do mesmo ano, voltou ao palco do Palladium. Ela se sentiu tão calorosamente abraçada pelos britânicos que anunciou sua intenção de mudar-se definitivamente para a Inglaterra.

Judy, Frank Sinatra e Dean Martin.

A aparição no concerto no Carnegie Hall, em 23 de abril de 1961, foi um destaque considerável, chamado por muitos de “a maior noite da história do show business”. A gravação dupla Judy at Carnegie Hall ganhou o certificado de ouro, marcando presença por 95 semanas na Billboard, incluindo 13 semanas no número um. O álbum ganhou cinco prêmios Grammy, incluindo Álbum do Ano e Melhor Vocal Masculino do Ano.

Em 1961, Judy e a CBS resolveram litígios de seu contrato com a ajuda de seu novo agente, Freddie Fields, e ela negociou uma nova rodada de ofertas. O primeiro programa, intitulado The Judy Garland Show, exibido em 1962, contou com convidados como Frank Sinatra e Dean Martin.

Na sequência desse sucesso, a CBS fez uma oferta de 24 milhões de dólares para Judy, para uma série semanal de televisão própria, também a ser chamada de The Judy Garland Show.

Precariedade financeira de Judy Garland

Embora Judy tivesse dito já em 1955 que ela nunca faria uma série de televisão semanal, no início dos anos 1960 ela estava em uma situação financeira precária. Judy fez várias centenas de milhares de dólares em dívida para com a Receita Federal, não pagando impostos em 1951 e 1952, e o fracasso financeiro de A Star is Born significava que ela não recebeu nada do que havia investido.

A temporada de sucesso na televisão destinava-se a garantir o futuro financeiro de Garland.

The Judy Garland Show foi elogiado pela crítica, mas por uma variedade de razões (incluindo ser colocado no mesmo horário de Bonanza na NBC), o show durou apenas uma temporada e foi cancelado em 1964, após 26 episódios. Apesar do seu curto tempo, a série foi indicada para quatro prêmios Emmy. O fim da série foi pessoalmente e financeiramente devastador para Judy, que nunca se recuperou completamente de seu fracasso.

Garland processou Luft pelo divórcio em 1963, alegando “crueldade” como motivo. Ela também afirmou tinha sido maltratada enquanto Luft bebia e que ele tinha tentado levar seus filhos à força.

Estréia de Liza Minnelli

Com o desaparecimento da sua série de televisão, Judy voltou ao palco. Mais notavelmente, ela se apresentou no Palácio de Londres com sua filha Liza Minnelli, então com dezoito anos, em novembro de 1964.

A turnê de 1964 na Austrália foi amplamente desastrosa. O primeiro concerto em Sydney, realizado no Sydney Estadium, porque não podiam acomodar a multidão que queria vê-la, foi bem e recebeu críticas positivas.

Sua segunda apresentação, em Melbourne, começou com uma hora de atraso. A multidão de 70.000 pessoas, enfurecidas pela sua morosidade e acreditando que Garland bebera, vaiaram-na e ela fugiu do estádio após apenas 45 minutos.

Novo casamento

O promotor de sua turnê, Mark Herron, anunciou que se casara com Judy a bordo de um cargueiro ao largo da costa de Hong Kong, no entanto, Judy não era legalmente divorciada de Luft no momento em que a cerimônia foi realizada. Seu divórcio de Luft se tornou definitivo em 19 de maio de 1965, mas Herron e Garland não se casaram legalmente até 14 de novembro, se separando seis meses depois.

Em fevereiro de 1967, Judy foi escalada como Helen Lawson no Valley of the Dolls da 20th Century Fox. Durante as filmagens, Judy faltou aos ensaios e foi demitida em abril. Ela foi substituída por Susan Hayward. A pré-gravação da canção I’ll Plant My Own Tree sobrevive até hoje.

Retornando ao palco, Garland fez suas últimas aparições no Palace Theatre de Nova York, em julho, uma turnê de 16 shows, tocando com seus filhos Lorna e Joey Luft. Judy usava um terninho de lantejoulas no palco para essa turnê, que fazia parte do guarda-roupa original de sua personagem em Valley of the Dolls.

Fim da carreira e vida de Judy Garland

No início de 1969, sua saúde havia se deteriorado. Ela cantou em Londres na boate Talk of the Town por cinco semanas e fez seu último concerto em Copenhage, em março de 1969. Ela se casou com seu último marido, Mickey Deans, em Londres, em 17 de março de 1969, depois de seu divórcio de Herron ter sido finalizado em 11 de fevereiro daquele ano.

Em 22 de junho de 1969, Judy Garland foi encontrada morta por Deans no banheiro de sua casa alugada em Londres. O legista, Gavin Thursdon, declarou no inquérito que a causa da morte foi “uma overdose não intencional de barbitúricos, seu sangue continha o equivalente a 97 mg de cápsulas de secobarbital.

Thursdon salientou que a overdose foi acidental e que não havia nenhuma evidência para sugerir que ela havia cometido suicídio. A autópsia revelou que não houve inflamação do revestimento do estômago dela e nenhum resíduo de drogas em seu estômago, o que indicou que a droga havia sido ingerida por um longo período, em vez de uma dose.

Justificativa da morte

Seu atestado de óbito indicou que sua morte foi “acidental”. Mesmo assim, um especialista britânico que tinha assistido Judy disse que ela tinha um tempo de vida limitado devido à cirrose hepática. Garland tinha completado 47 anos apenas 12 dias antes de sua morte. Sua co-estrela em O Mágico de Oz, Ray Bolger, comentou no funeral de Judy, “Ela simplesmente se consumiu”.

Estima-se que 20.000 pessoas fizeram fila por horas na capela funerária Frank E. Campbell para ver o corpo dela. Judy foi enterrada no Ferncliff Cemetery, em Hartsdale, Nova York.

O legado de Judy Garland como artista e como personalidade resistiu por muito tempo após sua morte. O American Film Institute nomeou Garland a oitava entre as maiores estrelas de todos os tempos.

Judy Garland – Melhores filmes

Em sequência estão alguns dos filmes mais famosos, dos quais a atriz participou.

Melodia Da Broadway de 1938 (1937) – Judy Garland

O número de Judy Garland, “You Made Me Love You” tem sido colocado como seu primeiro grande sucesso do filme.

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Sinopse:

Steve Raleight quer produzir um show na Broadway. Ele encontra o apoio de Herman Whipple e uma dançarina de ponta, Sally Lee. Mas Caroline Whipple força Steve a usar uma estrela conhecida, não uma novata. Sally então utiliza um antigo talento da época em que seus pais tinham uma fazenda antes da depressão financeira e tenta providenciar o dinheiro que Steve precisa para o seu show.

Curiosidades:

  • A MGM pegou Binnie Barnes emprestado da Universal Pictures para o filme.
  • Após a sensacional reação do público com a música, Garland foi levado às pressas para filmar mais dois filmes “Thoroughbreds Don’t Cry” (1937) e o mais musicalmente elaborado “Todo Mundo Canta”, que foi realizada para ser lançado ainda em 1938.
  • A canção foi preparada por Roger Edens especialmente para o 36° aniversário de Clark Gable, e Garland cantou na festa organizada pela MGM.

Ficha técnica

Título: Melodia Da Broadway de 1938
Título Original: Broadway Melody of 1938
Ano: 1937
Direção: Roy Del Ruth
Roteiro: Jack McGowan, Sid Silvers, Harry W. Conn
Gênero: Musical/Romance
Nacionalidade: Estados Unidos

Elenco

Robert Taylor

Steve Raleigh

Eleanor Powell

Sally Lee

George Murphy

Sonny Ledford

Binnie Barnes

Caroline Whipple

Buddy Ebsen

Peter Trot

Sophie Tucker

Alice Clayton

Judy Garland

Betty Clayton

Charles Igor Gorin

Nicki Papaloopas

Raymond Walburn

Herman Whipple

Robert Benchley

Duffy

Willie Howard

The Waiter

Porque você deve assistir esse filme:

O musical é extraordinário, e um belo prato para os amantes de boa música. O Produtor Louis B. Mayer ficou tão impressionado que ordenou que fosse incluída no próximo musical que a MGM estivesse produzindo.

O Mágico de Oz (1939) – Judy Garland

Baseado na preciosa série de livros de L. Frank Baum, O Mágico de Oz foi julgado o melhor filme familiar de todos os tempos pelo American Film Institute

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Sinopse:

Dorothy (Judy Garland) é uma garota que vive com os tios em uma fazenda no Kansas. Mas por causa de um ciclone, ela e seu cãozinho Totó, são levados para a terra lendária de Oz. Na Cidade Esmeralda, ela trilha a mais famosa estrada da história do cinema: a estrada dos Tijolos Amarelos.
Enquanto procura o caminho de volta para seu lar, Dorothy acaba conhecendo grandes amigos, como o Espantalho (Ray Bolger), o Homem-de-Lata (Jack Haley) e o Leão Covarde (Bert Lahr). E descobre que está num mundo de sonhos que viram realidade, de florestas encantadas e recheadas de maravilhosas canções.

Prêmios:

  • Indicado para a Palma de Ouro no Festival de Cannes 1939
  • Venceu o Oscar de 1940 nas categorias: Melhor trilha sonora; Melhor canção original
  • Indicado nas categorias: Melhor filme; Melhor direção de arte; Melhor fotografia; Melhores efeitos especiais.

Curiosidades:.

  • Mesmo não sendo o primeiro filme produzido em Technicolor (como muitos acreditam), O Mágico de Oz faz um uso notável da técnica, as sequências no Kansas possuem um preto-e-branco com tons em marrom, enquanto as cenas em Oz recebem as cores do Technicolor.
  • A escolha do elenco para o filme foi problemática, com atores trocando de papéis repetidamente no começo das filmagens. Uma das principais trocas ocorreu com a personagem Tin Woodsman.
  • Ray Bolger originalmente interpretaria O Homem de Lata e Buddy Ebsen seria o Espantalho. Bolger estava insatisfeito com seu papel e convenceu o produtor Mervyn LeRoy a reescalá-lo como o Espantalho.
  • No início Ebsen não reclamou da mudança, mas nove dias depois de iniciadas as filmagens ele sofreu uma reação alérgica à maquiagem à base de alumínio. Consequentemente, Ebsen (agora em estado grave) teve que ser hospitalizado e deixou o projeto. Jack Haley assumiu o papel no dia seguinte.
  • Desta vez a maquiagem usada foi modificada para uma pasta à base de alumínio. Ironicamente, apesar do seu acidente quase fatal com a maquiagem, Ebsen viveu mais tempo que todos os atores principais.
  • Dirigido por Richard Thorpe, o filme começou a ser rodado em 13 de outubro de 1938. Thorpe foi demitido após algumas cenas já terem sido gravadas, e George Cukor assumiu a função.
  • Ele mudou a maquiagem e o figurino de Judy Garland e Margaret Hamilton, isso significou que todas as cenas das atrizes precisariam ser refilmadas. Porém Cukor tinha um compromisso anterior com o filme E o Vento Levou (Gone with the Wind), e deixou o projeto no dia 3 de novembro de 1938, deixando o cargo para Victor Fleming.

Ficha Técnica

Título: O Mágico de Oz
Título Original: The Wizard of Oz
Ano: 1939
Direção: Victor Fleming, Richard Thorpe, King Vidor
Roteiro: L. Frank Baum, Noel Langley, Florence Ryerson, Edgar Allan Woolf
Gênero: Aventura/Fantasia/Musical
Nacionalidade: Estados Unidos

Elenco

Judy Garland

Dorothy

Frank Morgan

Mágico de Oz / Professor Marvel

Ray Bolger

Espantalho / Hunk

Bert Lahr

Leão Covarde / Zeke

Jack Haley

Homem de Lata / Hickory

Billie Burke

Glinda

Margaret Hamilton

Bruxa Má do Oeste / Sra. Gulch

Charley Grapewin

Tio Henry

Clara Blandick

Tia Em

Adriana Caselotti

Juliet (voz)

Billy Bletcher

Prefeito Munchkin (voz)

Charles Becker

Prefeito Munchkin

Porque você deve assistir esse filme:

É um filme considerado familiar. O papel de Dorothy foi dado a Judy Garland no dia 24 de fevereiro de 1938. Depois de escalada, alguns executivos da MGM cogitaram trocá-la por Shirley Temple, mas não conseguiram a liberação da jovem atriz pela Fox. Contudo, Judy brilhou. Vale a pena assistir.

Louco por Saias (1943) – Judy Garland

Um rodeio para ajudar uma universitária, coisas que só o coração faz!

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Sinopse:

Danny é um playboy que vai para uma faculdade. Por ser irritantemente esnobe, acaba por fazer inimigos, e quase abandona os estudos por conta deles. Conhece uma garota chamada Ginger, a filha do reitor, que fica sua amiga, que lhe diz que a faculdade está com problemas financeiros, quase falindo. O jovem então decide ajudar, planejando, para isso, fazer um rodeio para atrair publicidade e salvar da falência.

Curiosidades:

  • Esse foi o nono e dez filmes da dupla Rooney e Garland e também foi o primeiro filme de June Alysson.
  • Após ter dirigido o número final, Busby Berkeley foi demitido e substituído pelo diretor Norman Taurog. Supostamente, o motivo foi o descumprimento dos prazos de produção e uma possível desavença com Judy Garland.
  • Algumas canções como “Bronco Busters” e “Ginger Dear” chegaram a ser gravadas, mas não foram incluídas no filme

Ficha técnica

Título: Louco por Saias
Título Original: Girl Crazy
Ano: 1943
Direção: Norman Taurog, Busby Berkeley
Roteiro: Guy Bolton, Jack McGowan, Fred F. Finklehoffe
Gênero: Comédia/Musical/Romance
Nacionalidade: Estados Unidos

Elenco

Mickey Rooney

Danny Churchill, Jr.

Judy Garland

Ginger Gray

Gil Stratton

Bud Livermore

Robert E. Strickland

Henry Lathrop

Rags Ragland

Rags

June Allyson

Specialty Singer

Nancy Walker

Polly Williams

Guy Kibbee

Dean Phineas Armour

Frances Rafferty

Marjorie Tait

Henry O’Neill

Danny Churchill, Sr.

Howard Freeman

Governor Tait

Tommy Dorsey

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Porque você deve assistir esse filme:

Possui excelente musical, e uma história fascinante. Vale a pena assisti-lo.

Agora Seremos Felizes (1944) – Judy Garland

Este filme ocupa a 10ª colocação na Lista dos 25 Maiores Musicais Americanos de todos os tempos, idealizada pelo American Film Institute (AFI) e divulgada em 2006.

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Sinopse:

Rose, a filha mais velha da família Smiths, aguarda que Warren, um pretendente de muito tempo, a peça em casamento. A outra filha, Esther, está apaixonada pelo rapaz da casa ao lado, John Truett, apesar de nunca terem conversado. Tudo isso às vésperas da Exposição Universal de Saint Louis de 1904. Mas as coisas mudam quando o Sr. Smith tem que se mudar com sua família para Nova York, por causa de seu trabalho.

Prêmios:

  • Indicado para o Óscar de 1945 nas categorias de melhor fotografia, melhor roteiro adaptado, melhor trilha sonora e melhor canção (“The Trolley Song”).

Curiosidades:

  • É uma adaptação feita por Irving Brecher e Fred F. Finklehoffe de uma série de contos de Sally Benson, publicados originalmente na revista The New Yorker.
  • Na sequência inicial do filme, quando a Mrs. Smith e a empregada, Katie, fazem catchup, toda a família é apresentada ao espectador ao som da canção Meet Me in St. Louis, que vai sendo cantarolada pelos seus integrantes em diferentes partes da casa.
  • O diretor Vincente Minnelli conheceu sua futura esposa, Judy Garland, no set de filmagens deste filme. Em uma edição em DVD do filme, a filha do casal, Liza Minnelli, comenta que em várias cenas do filme o pai parece emoldurar a figura da mãe, como para realçá-la.
  • O produtor do filme, Arthur Freed, também escreveu uma das canções executadas no filme.

Ficha técnica

Título: Agora Seremos Felizes
Título Original: Meet Me in St. Louis
Ano: 1944
Direção: Vincente Minnelli
Roteiro: Irving Brecher, Fred F. Finklehoffe, Sally Benson
Gênero: Drama/Musical/Romance
Nacionalidade: Estados Unidos

Elenco

Judy Garland

Esther Smith

Lucille Bremer

Rose Smith

Mary Astor

Anna Smith

Leon Ames

Alonzo Smith

Margaret O’Brien

Tootie Smith

Joan Carroll

Agnes Smith

Henry H. Daniels Jr.

Lon Smith Jr.

Harry Davenport

Avô Smith

Tom Drake

John Truett

Marjorie Main

Katie

Robert Sully

Warren Sheffield

Chill Wills

Sr. Neely

June Lockhart

Lucille Ballard

Hugh Marlowe

Coronel Darly

Darryl Hickman

Johnny Tevis

Donald Curtis

Dr. Girard

Porque você deve assistir esse filme:

Nele estão contidas as mais lindas canções. No filme, Garland canta as cancões The Trolley Song e Have Yourself a Merry Little Christmas, que se tornaram clássicos depois da estréia do filme. Inclusive, ambas as canções foram incluídas na Lista das 100 melhores canções do cinema estadunidense lançada pelo American Film Institute em 2004

Fim

Termina aqui mais um catálogo de melhores filmes, desta vez com Judy Garland. Se você está nos acompanhando, e quer conhecer os diversos filmes antigos, os quais foram sucesso através dos tempos, continue nos acompanhando, pois traremos muito mais. Você pode também conferir alguns catálogos, que já estão disponíveis.

Um super abraço, e até breve!

Judy Garland, foi cantora, talentosa estrela de Hollywood, amada e desejada por muitos, embora se despedisse do mundo com apenas 47 anos, no entanto, deixou seu nome no rastro do sucesso para sempre.

Judy Garland Melhores filmes

Entre os melhores filmes de Judy Garland, está o mágico de Oz , um clássico do cinema que encantou milhares de crianças e adultos em todos os tempos.

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Quem foi Judy Garland

Judy Garland ou melhor, Frances Ethel Gumm ( seu verdadeiro nome) nasceu em 10 de junho de 1922 em Grand Rapids, Minnesota, Estados Unidos, e partiu em 22 de junho de 1969 (47 anos). Ela  foi uma atriz americana considerada por muitos uma das principais estrelas cantoras da “Era de Ouro” de Hollywood dos filmes musicais. Também foi uma das figuras mais trágicas do show business americano.

Filha de uma mãe insistente, Garland e suas irmãs foram forçadas a participar de um ato chamada Gumm Sisters, que apareceu em curtas de cinema e na Feira Mundial de Chicago de 1933. Era claro desde o início que Judy era a estrela, e como tal, assinou com a MGM em 1936.

O estúdio adorou a voz de Garland, mas estava preocupado com seus traços faciais inchados e sua curvatura da coluna vertebral.

Disputa e surpresa

A MGM decidiu testar tanto Garland como outra adolescente contratada, Deanna Durbin, em um musical curta-metragem chamado Every Sunday (1936) que obteve boas críticas.

No entanto, a MGM decidiu liberar Garland para sua estréia no cinema na produção de outro estúdio, apenas para conferir se a resposta positiva do público para Every Sunday tinha um acaso. O estúdio planejara manter Durbin e demitir Garland.

Emprestada a 20th Century Fox, Garland participu em Loucuras de Estudantes (1936) e roubou o show com suas maravilhosas interpretações. Garland voltou a MGM passou a receber melhores oportunidades para mostrar seu talento.

Foi quando surgiu O Mágico de Oz, no início a MGM planejou estrelar Shirley Temple, da Fox como protagonista do filme, mas o acordo não deu certo e Garland foi escolhida como Dorothy, papel que a marcou por toda sua vida.

A estrela infantil

O Mágico de Oz fez de Garland uma estrela, mas a MGM não conseguiu vê-la além da imagem de garotinha e insistiu em lançá-la em papéis infantis.

Em 1940 Garland interpretou seu primeiro papel de adulto, um duplo papel de mãe e filha. O papel foi um desafio para ela, onde teve seu primeiro beijo adulto e a única cena de morte de sua carreira. O sucesso deste filme somados aos gravados em 1941, garantiu sua posição como maior estrela da MGM.

Durante esse tempo, Judy experimentou seus primeiros romances. O primeiro foi com o músico Artie Shaw. Garland era profundamente dedicada a Shaw e ficou devastada no início de 1940, quando ele fugiu com Lana Turner.

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A vida sentimental de Judy Garland

Judy começou um relacionamento com o músico David Rose e quando completou 18 anos, Rose deu-lhe um anel de noivado. O estúdio interveio porque ele ainda era casado na época com a atriz e cantora Martha Raye. O casal concordou em esperar um ano para permitir o divórcio entre Rose e Raye e se casaram em 27 de julho de 1941.

Ela estava visivelmente mais magra em seu próximo filme, Idílio em Do-Re-Mi (1942), ao lado de Gene Kelly em sua primeira aparição nas telas de cinema. Garland ficou no topo dos créditos pela primeira vez e, efetivamente, fez a transição de estrela adolescente a atriz adulta.

Um dos mais bem sucedidos filmes da atriz pela MGM foi Agora Seremos Felizes (1944), em que ela apresentou três canções: The Trolley Song, The Boy Next Door e Have Yourself a Merry Little Christmas. Vincente Minnelli foi designado para dirigir esse filme e pediu que a maquiadora Dorothy Ponedel fosse atribuída a Garland para melhorar sua aparência.

Ponedel refinou a aparência de Judy de diversas maneiras, incluindo a ampliação e remodelação das sobrancelhas, mudando seu cabelo e modificando sua linha de lábio. Judy gostou dos resultados, tanto que Ponedel foi incluída no seu contrato para realizar todas as suas maquiagens.

O nascimento de Liza Minnelli e surto de Judy

Durante as filmagens, depois de alguns conflitos iniciais entre eles, Minnelli e Garland começaram um relacionamento. Eles casaram em 15 de junho de 1945 e em 12 de março de 1946 sua filha Liza Minnelli nasceu.

Durante as filmagens de O Pirata (1948), Judy sofreu um colapso nervoso e foi colocada em um sanatório privado. Ela foi capaz de completar as filmagens, mas em julho desse ano fez sua primeira tentativa de suicídio, fazendo pequenos cortes nos pulsos com um vidro quebrado. Nesse período ela passou 2 semanas no Austen Riggs Center, um hospital psiquiátrico em Stockbridge, Massachusetts.

Na sequência de seu trabalho em O Pirata, Judy completou mais três filmes para a MGM: Desfile de Páscoa (em que ela dançou com Fred Astaire), A Noiva Desconhecida (1949), e seu último filme com a MGM, Casa, Comida e Carinho (1950).

Durante as filmagens de Ciúme, Sinal de Amor, Judy tomou uma prescrição de medicação para dormir, juntamente com comprimidos obtidos de forma ilícita contendo morfina. Nessa mesma época ela começou a apresentar sérios problemas pelo abuso do álcool. Estes, em combinação com enxaqueca, levaram-na a perder vários dias de filmagem.

Substituição de Judy Garland por outra atriz

Depois de ser advertido pelo médico de que ela só seria capaz de trabalhar quatro a cinco dias por vez, intercalando com períodos de repouso prolongados, o executivo da MGM Arthur Freed tomou a decisão de suspender Garland. Ela foi substituída por Ginger Rogers.

Judy já vinha abandonando diversas filmagens e sendo substituida quando ficou grávida, em 1950. Ela novamente não se apresentou para o set em diversas ocasiões e o estúdio suspendeu o seu contrato em 17 de junho de 1950, substituindo-a por Jane Powell.

Depois dessa última demissão ela esfregou no pescoço um copo de água quebrado. “Tudo que eu podia ver à frente era mais confusão”, disse mais tarde Judy sobre a tentativa de suicídio. “Eu queria apagar o futuro, assim como o passado. Eu queria me machucar e a todos que me feriram.”

Show business com Judy Garland

Em outubro de 1951, Garland abriu uma temporada com dois espetáculos ao estilo vaudeville no recém-reformado Palace Theatre. A temporada de 19 semanas ultrapassou todos os recordes anteriores para o teatro e foi descrito como “um dos maiores triunfos pessoais na história do show business”. Garland foi homenageada pela sua contribuição para a revitalização do vaudeville com um Tony Award especial.

Em maio de 1952, no auge do retorno de Judy, sua mãe foi destaque em uma história do Los Angeles Mirror, no qual ela revelou que, embora Garland estivesse fazendo uma pequena fortuna no Pallace, Ela estava trabalhando em escritório, na Douglas Aircraft Company, por 61 dólares por semana.

Garland e Ethel tinham ficado afastadas por anos, com Judy caracterizando sua mãe como “não serve para nada a não ser para criar caos e medo” e acusando-a de má administração e apropriação indevida do salário de Judy desde os primeiros dias de sua carreira. A irmã de Judy, Virgínia, negou, dizendo: “Mamãe nunca levou um centavo de Judy”. Em 5 de janeiro de 1953, Ethel foi encontrada morta no estacionamento do aeroporto.

Nova queda da atriz

Em 1954, Garland filmou um remake do musical Nasce Uma Estrela para a Warner Bros. Luft e Garland, através de sua produtora Transcona Enterprises, produziram o filme, enquanto a Warner Bros forneceu os fundos e as instalações de produção e da equipe. Dirigido por George Cukor e co-estrelado por James Mason, era uma grande empreitada a qual Garland inicialmente se dedicou plenamente.

Com o progredir da filmagem, no entanto, ela começou a fazer as coisas que tinha feito tantas vezes durante seus últimos filmes da MGM. Atrasos de produção e aumento dos custos levaram a confrontos com Jack Warner, o cabeça da Warner Bros.

Antes do lançamento, o filme foi editado por instrução de Jack Warner, os operadores do cinema estavam preocupados com a possibilidade de perder dinheiro, porque eles só podiam rodar o filme três ou quatro vezes por dia, em vez de cinco ou seis e pressionaram o estúdio para fazer reduções adicionais.

Cerca de 30 minutos de imagens foram cortadas, provocando indignação entre os críticos e cinéfilos. A Star is Born acabou perdendo dinheiro e a posição financeira de Judy ficou abalada porque os lucros esperados não se materializaram. Ela não fez mais filmes com a Warner.

Judy Garland  -Melhor Atriz na 27ª Edição do Óscar

Garland foi nomeada para o Óscar de Melhor Atriz na 27ª Edição do Óscar, que ocorreu em 1955 e nas vésperas da premiação era esperada como a provável vencedora pelo público e críticos. Ela não pôde comparecer à cerimônia porque tinha acabado de dar à luz seu filho, Joseph Luft, então uma equipe de televisão estava no hospital com câmeras e equipamentos para a transmissão televisiva do discurso de aceitação antecipada.

O Oscar foi ganho, no entanto, por Grace Kelly pela sua atuaçao no filme Amar é Sofrer (1954). A equipe de filmagem foi à cerimônia antes que Kelly pudesse chegar ao palco. Judy até fez piadas sobre o incidente, em sua série de televisão, dizendo: “… e ninguém disse adeus”.

Groucho Marx enviou um telegrama após a cerimônia de premiação, declarando que a sua perda foi “o maior roubo desde Brinks”. A revista Time rotulou seu desempenho como “a maior apresentação de uma mulher na história do cinema moderno.” Judy, no entanto, ganhou o Globo de Ouro de Melhor Atriz em um Musical pelo papel.

Filmes que participou

Os filmes de Garland após A Star Is Born incluem Julgamento em Nuremberg (1961) para o qual ela foi indicada para Oscar e Globo de Ouro, nomeada para Melhor Atriz coadjuvante, o longa-metragem animado Gay Purr-ee (1962), e A Child is Waiting (1963) com Burt Lancaster.

Seu último filme, Na Glória, a Amargura (1963), co-estrelado por Dirk Bogarde, espelhou sua própria vida com a história de uma cantora mundialmente famosa. A última música do filme foi a profética I Could Go on Singing, cuja tradução para o português seria “Eu poderia continuar cantando”.

Garland e Luft se casaram

Garland contratou Luft como seu empresário no mesmo ano em que se divorciou de Minnelli. Ele organizou uma turnê de quatro meses do Reino Unido, onde todos os shows tiveram seus ingressos esgotados por toda a Inglaterra, Escócia e Irlanda. Ele incluiu suas primeiras aparições no famoso London Palladium, por um período de quatro semanas em abril.

Embora parte da imprensa britânica a repreendeu antes de sua abertura por ser “muito pesada”, ela recebeu elogios e os aplausos foi descrito pelo gerente Palladium como o mais alto que ele já tinha ouvido. Garland e Luft se casaram em 8 de junho de 1952, em Hollister, Califórnia. Garland deu à luz Lorna Luft em de 21 de novembro de 1952 e Joey Luft em 29 de março de 1955.

Começando em 1955, Garland apareceu em vários especiais de televisão. O primeiro foi o episódio de estreia de 1955 do Ford Star Jubileu, que foi a primeira transmissão totalmente colorida na CBS e foi um triunfo, marcando 34,8 pontos na classificação Nielsen.

Episódio de Hepatite

Em novembro de 1959, Judy foi internada com diagnóstico de hepatite aguda. Ao longo das próximas semanas, vários fluidos foram drenados de seu corpo até que, ainda fraca, ela foi liberada do hospital em janeiro de 1960. Ela foi informada pelos médicos de que provavelmente tinha cinco anos ou menos para viver e que, mesmo se sobrevivesse, ela seria uma semi-inválida e nunca iria cantar novamente.

Inicialmente, ela se sentiu “muito aliviada” com o diagnóstico. “A pressão estava fora de mim pela primeira vez na minha vida”. No entanto, Judy recuperou-se com êxito ao longo dos próximos meses e, em agosto do mesmo ano, voltou ao palco do Palladium. Ela se sentiu tão calorosamente abraçada pelos britânicos que anunciou sua intenção de mudar-se definitivamente para a Inglaterra.

Judy, Frank Sinatra e Dean Martin.

A aparição no concerto no Carnegie Hall, em 23 de abril de 1961, foi um destaque considerável, chamado por muitos de “a maior noite da história do show business”. A gravação dupla Judy at Carnegie Hall ganhou o certificado de ouro, marcando presença por 95 semanas na Billboard, incluindo 13 semanas no número um. O álbum ganhou cinco prêmios Grammy, incluindo Álbum do Ano e Melhor Vocal Masculino do Ano.

Em 1961, Judy e a CBS resolveram litígios de seu contrato com a ajuda de seu novo agente, Freddie Fields, e ela negociou uma nova rodada de ofertas. O primeiro programa, intitulado The Judy Garland Show, exibido em 1962, contou com convidados como Frank Sinatra e Dean Martin.

Na sequência desse sucesso, a CBS fez uma oferta de 24 milhões de dólares para Judy, para uma série semanal de televisão própria, também a ser chamada de The Judy Garland Show.

Precariedade financeira de Judy Garland

Embora Judy tivesse dito já em 1955 que ela nunca faria uma série de televisão semanal, no início dos anos 1960 ela estava em uma situação financeira precária. Judy fez várias centenas de milhares de dólares em dívida para com a Receita Federal, não pagando impostos em 1951 e 1952, e o fracasso financeiro de A Star is Born significava que ela não recebeu nada do que havia investido.

A temporada de sucesso na televisão destinava-se a garantir o futuro financeiro de Garland.

The Judy Garland Show foi elogiado pela crítica, mas por uma variedade de razões (incluindo ser colocado no mesmo horário de Bonanza na NBC), o show durou apenas uma temporada e foi cancelado em 1964, após 26 episódios. Apesar do seu curto tempo, a série foi indicada para quatro prêmios Emmy. O fim da série foi pessoalmente e financeiramente devastador para Judy, que nunca se recuperou completamente de seu fracasso.

Garland processou Luft pelo divórcio em 1963, alegando “crueldade” como motivo. Ela também afirmou tinha sido maltratada enquanto Luft bebia e que ele tinha tentado levar seus filhos à força.

Estréia de Liza Minnelli

Com o desaparecimento da sua série de televisão, Judy voltou ao palco. Mais notavelmente, ela se apresentou no Palácio de Londres com sua filha Liza Minnelli, então com dezoito anos, em novembro de 1964.

A turnê de 1964 na Austrália foi amplamente desastrosa. O primeiro concerto em Sydney, realizado no Sydney Estadium, porque não podiam acomodar a multidão que queria vê-la, foi bem e recebeu críticas positivas.

Sua segunda apresentação, em Melbourne, começou com uma hora de atraso. A multidão de 70.000 pessoas, enfurecidas pela sua morosidade e acreditando que Garland bebera, vaiaram-na e ela fugiu do estádio após apenas 45 minutos.

Novo casamento

O promotor de sua turnê, Mark Herron, anunciou que se casara com Judy a bordo de um cargueiro ao largo da costa de Hong Kong, no entanto, Judy não era legalmente divorciada de Luft no momento em que a cerimônia foi realizada. Seu divórcio de Luft se tornou definitivo em 19 de maio de 1965, mas Herron e Garland não se casaram legalmente até 14 de novembro, se separando seis meses depois.

Em fevereiro de 1967, Judy foi escalada como Helen Lawson no Valley of the Dolls da 20th Century Fox. Durante as filmagens, Judy faltou aos ensaios e foi demitida em abril. Ela foi substituída por Susan Hayward. A pré-gravação da canção I’ll Plant My Own Tree sobrevive até hoje.

Retornando ao palco, Garland fez suas últimas aparições no Palace Theatre de Nova York, em julho, uma turnê de 16 shows, tocando com seus filhos Lorna e Joey Luft. Judy usava um terninho de lantejoulas no palco para essa turnê, que fazia parte do guarda-roupa original de sua personagem em Valley of the Dolls.

Fim da carreira e vida de Judy Garland

No início de 1969, sua saúde havia se deteriorado. Ela cantou em Londres na boate Talk of the Town por cinco semanas e fez seu último concerto em Copenhage, em março de 1969. Ela se casou com seu último marido, Mickey Deans, em Londres, em 17 de março de 1969, depois de seu divórcio de Herron ter sido finalizado em 11 de fevereiro daquele ano.

Em 22 de junho de 1969, Judy Garland foi encontrada morta por Deans no banheiro de sua casa alugada em Londres. O legista, Gavin Thursdon, declarou no inquérito que a causa da morte foi “uma overdose não intencional de barbitúricos, seu sangue continha o equivalente a 97 mg de cápsulas de secobarbital.

Thursdon salientou que a overdose foi acidental e que não havia nenhuma evidência para sugerir que ela havia cometido suicídio. A autópsia revelou que não houve inflamação do revestimento do estômago dela e nenhum resíduo de drogas em seu estômago, o que indicou que a droga havia sido ingerida por um longo período, em vez de uma dose.

Justificativa da morte

Seu atestado de óbito indicou que sua morte foi “acidental”. Mesmo assim, um especialista britânico que tinha assistido Judy disse que ela tinha um tempo de vida limitado devido à cirrose hepática. Garland tinha completado 47 anos apenas 12 dias antes de sua morte. Sua co-estrela em O Mágico de Oz, Ray Bolger, comentou no funeral de Judy, “Ela simplesmente se consumiu”.

Estima-se que 20.000 pessoas fizeram fila por horas na capela funerária Frank E. Campbell para ver o corpo dela. Judy foi enterrada no Ferncliff Cemetery, em Hartsdale, Nova York.

O legado de Judy Garland como artista e como personalidade resistiu por muito tempo após sua morte. O American Film Institute nomeou Garland a oitava entre as maiores estrelas de todos os tempos.

Judy Garland – Melhores filmes

Em sequência estão alguns dos filmes mais famosos, dos quais a atriz participou.

Melodia Da Broadway de 1938 (1937) – Judy Garland

O número de Judy Garland, “You Made Me Love You” tem sido colocado como seu primeiro grande sucesso do filme.

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Sinopse:

Steve Raleight quer produzir um show na Broadway. Ele encontra o apoio de Herman Whipple e uma dançarina de ponta, Sally Lee. Mas Caroline Whipple força Steve a usar uma estrela conhecida, não uma novata. Sally então utiliza um antigo talento da época em que seus pais tinham uma fazenda antes da depressão financeira e tenta providenciar o dinheiro que Steve precisa para o seu show.

Curiosidades:

  • A MGM pegou Binnie Barnes emprestado da Universal Pictures para o filme.
  • Após a sensacional reação do público com a música, Garland foi levado às pressas para filmar mais dois filmes “Thoroughbreds Don’t Cry” (1937) e o mais musicalmente elaborado “Todo Mundo Canta”, que foi realizada para ser lançado ainda em 1938.
  • A canção foi preparada por Roger Edens especialmente para o 36° aniversário de Clark Gable, e Garland cantou na festa organizada pela MGM.

Ficha técnica

Título: Melodia Da Broadway de 1938
Título Original: Broadway Melody of 1938
Ano: 1937
Direção: Roy Del Ruth
Roteiro: Jack McGowan, Sid Silvers, Harry W. Conn
Gênero: Musical/Romance
Nacionalidade: Estados Unidos

Elenco

Robert Taylor

Steve Raleigh

Eleanor Powell

Sally Lee

George Murphy

Sonny Ledford

Binnie Barnes

Caroline Whipple

Buddy Ebsen

Peter Trot

Sophie Tucker

Alice Clayton

Judy Garland

Betty Clayton

Charles Igor Gorin

Nicki Papaloopas

Raymond Walburn

Herman Whipple

Robert Benchley

Duffy

Willie Howard

The Waiter

Porque você deve assistir esse filme:

O musical é extraordinário, e um belo prato para os amantes de boa música. O Produtor Louis B. Mayer ficou tão impressionado que ordenou que fosse incluída no próximo musical que a MGM estivesse produzindo.

O Mágico de Oz (1939) – Judy Garland

Baseado na preciosa série de livros de L. Frank Baum, O Mágico de Oz foi julgado o melhor filme familiar de todos os tempos pelo American Film Institute

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Sinopse:

Dorothy (Judy Garland) é uma garota que vive com os tios em uma fazenda no Kansas. Mas por causa de um ciclone, ela e seu cãozinho Totó, são levados para a terra lendária de Oz. Na Cidade Esmeralda, ela trilha a mais famosa estrada da história do cinema: a estrada dos Tijolos Amarelos.
Enquanto procura o caminho de volta para seu lar, Dorothy acaba conhecendo grandes amigos, como o Espantalho (Ray Bolger), o Homem-de-Lata (Jack Haley) e o Leão Covarde (Bert Lahr). E descobre que está num mundo de sonhos que viram realidade, de florestas encantadas e recheadas de maravilhosas canções.

Prêmios:

  • Indicado para a Palma de Ouro no Festival de Cannes 1939
  • Venceu o Oscar de 1940 nas categorias: Melhor trilha sonora; Melhor canção original
  • Indicado nas categorias: Melhor filme; Melhor direção de arte; Melhor fotografia; Melhores efeitos especiais.

Curiosidades:.

  • Mesmo não sendo o primeiro filme produzido em Technicolor (como muitos acreditam), O Mágico de Oz faz um uso notável da técnica, as sequências no Kansas possuem um preto-e-branco com tons em marrom, enquanto as cenas em Oz recebem as cores do Technicolor.
  • A escolha do elenco para o filme foi problemática, com atores trocando de papéis repetidamente no começo das filmagens. Uma das principais trocas ocorreu com a personagem Tin Woodsman.
  • Ray Bolger originalmente interpretaria O Homem de Lata e Buddy Ebsen seria o Espantalho. Bolger estava insatisfeito com seu papel e convenceu o produtor Mervyn LeRoy a reescalá-lo como o Espantalho.
  • No início Ebsen não reclamou da mudança, mas nove dias depois de iniciadas as filmagens ele sofreu uma reação alérgica à maquiagem à base de alumínio. Consequentemente, Ebsen (agora em estado grave) teve que ser hospitalizado e deixou o projeto. Jack Haley assumiu o papel no dia seguinte.
  • Desta vez a maquiagem usada foi modificada para uma pasta à base de alumínio. Ironicamente, apesar do seu acidente quase fatal com a maquiagem, Ebsen viveu mais tempo que todos os atores principais.
  • Dirigido por Richard Thorpe, o filme começou a ser rodado em 13 de outubro de 1938. Thorpe foi demitido após algumas cenas já terem sido gravadas, e George Cukor assumiu a função.
  • Ele mudou a maquiagem e o figurino de Judy Garland e Margaret Hamilton, isso significou que todas as cenas das atrizes precisariam ser refilmadas. Porém Cukor tinha um compromisso anterior com o filme E o Vento Levou (Gone with the Wind), e deixou o projeto no dia 3 de novembro de 1938, deixando o cargo para Victor Fleming.

Ficha Técnica

Título: O Mágico de Oz
Título Original: The Wizard of Oz
Ano: 1939
Direção: Victor Fleming, Richard Thorpe, King Vidor
Roteiro: L. Frank Baum, Noel Langley, Florence Ryerson, Edgar Allan Woolf
Gênero: Aventura/Fantasia/Musical
Nacionalidade: Estados Unidos

Elenco

Judy Garland

Dorothy

Frank Morgan

Mágico de Oz / Professor Marvel

Ray Bolger

Espantalho / Hunk

Bert Lahr

Leão Covarde / Zeke

Jack Haley

Homem de Lata / Hickory

Billie Burke

Glinda

Margaret Hamilton

Bruxa Má do Oeste / Sra. Gulch

Charley Grapewin

Tio Henry

Clara Blandick

Tia Em

Adriana Caselotti

Juliet (voz)

Billy Bletcher

Prefeito Munchkin (voz)

Charles Becker

Prefeito Munchkin

Porque você deve assistir esse filme:

É um filme considerado familiar. O papel de Dorothy foi dado a Judy Garland no dia 24 de fevereiro de 1938. Depois de escalada, alguns executivos da MGM cogitaram trocá-la por Shirley Temple, mas não conseguiram a liberação da jovem atriz pela Fox. Contudo, Judy brilhou. Vale a pena assistir.

Louco por Saias (1943) – Judy Garland

Um rodeio para ajudar uma universitária, coisas que só o coração faz!

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Sinopse:

Danny é um playboy que vai para uma faculdade. Por ser irritantemente esnobe, acaba por fazer inimigos, e quase abandona os estudos por conta deles. Conhece uma garota chamada Ginger, a filha do reitor, que fica sua amiga, que lhe diz que a faculdade está com problemas financeiros, quase falindo. O jovem então decide ajudar, planejando, para isso, fazer um rodeio para atrair publicidade e salvar da falência.

Curiosidades:

  • Esse foi o nono e dez filmes da dupla Rooney e Garland e também foi o primeiro filme de June Alysson.
  • Após ter dirigido o número final, Busby Berkeley foi demitido e substituído pelo diretor Norman Taurog. Supostamente, o motivo foi o descumprimento dos prazos de produção e uma possível desavença com Judy Garland.
  • Algumas canções como “Bronco Busters” e “Ginger Dear” chegaram a ser gravadas, mas não foram incluídas no filme

Ficha técnica

Título: Louco por Saias
Título Original: Girl Crazy
Ano: 1943
Direção: Norman Taurog, Busby Berkeley
Roteiro: Guy Bolton, Jack McGowan, Fred F. Finklehoffe
Gênero: Comédia/Musical/Romance
Nacionalidade: Estados Unidos

Elenco

Mickey Rooney

Danny Churchill, Jr.

Judy Garland

Ginger Gray

Gil Stratton

Bud Livermore

Robert E. Strickland

Henry Lathrop

Rags Ragland

Rags

June Allyson

Specialty Singer

Nancy Walker

Polly Williams

Guy Kibbee

Dean Phineas Armour

Frances Rafferty

Marjorie Tait

Henry O’Neill

Danny Churchill, Sr.

Howard Freeman

Governor Tait

Tommy Dorsey

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Porque você deve assistir esse filme:

Possui excelente musical, e uma história fascinante. Vale a pena assisti-lo.

Agora Seremos Felizes (1944) – Judy Garland

Este filme ocupa a 10ª colocação na Lista dos 25 Maiores Musicais Americanos de todos os tempos, idealizada pelo American Film Institute (AFI) e divulgada em 2006.

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Sinopse:

Rose, a filha mais velha da família Smiths, aguarda que Warren, um pretendente de muito tempo, a peça em casamento. A outra filha, Esther, está apaixonada pelo rapaz da casa ao lado, John Truett, apesar de nunca terem conversado. Tudo isso às vésperas da Exposição Universal de Saint Louis de 1904. Mas as coisas mudam quando o Sr. Smith tem que se mudar com sua família para Nova York, por causa de seu trabalho.

Prêmios:

  • Indicado para o Óscar de 1945 nas categorias de melhor fotografia, melhor roteiro adaptado, melhor trilha sonora e melhor canção (“The Trolley Song”).

Curiosidades:

  • É uma adaptação feita por Irving Brecher e Fred F. Finklehoffe de uma série de contos de Sally Benson, publicados originalmente na revista The New Yorker.
  • Na sequência inicial do filme, quando a Mrs. Smith e a empregada, Katie, fazem catchup, toda a família é apresentada ao espectador ao som da canção Meet Me in St. Louis, que vai sendo cantarolada pelos seus integrantes em diferentes partes da casa.
  • O diretor Vincente Minnelli conheceu sua futura esposa, Judy Garland, no set de filmagens deste filme. Em uma edição em DVD do filme, a filha do casal, Liza Minnelli, comenta que em várias cenas do filme o pai parece emoldurar a figura da mãe, como para realçá-la.
  • O produtor do filme, Arthur Freed, também escreveu uma das canções executadas no filme.

Ficha técnica

Título: Agora Seremos Felizes
Título Original: Meet Me in St. Louis
Ano: 1944
Direção: Vincente Minnelli
Roteiro: Irving Brecher, Fred F. Finklehoffe, Sally Benson
Gênero: Drama/Musical/Romance
Nacionalidade: Estados Unidos

Elenco

Judy Garland

Esther Smith

Lucille Bremer

Rose Smith

Mary Astor

Anna Smith

Leon Ames

Alonzo Smith

Margaret O’Brien

Tootie Smith

Joan Carroll

Agnes Smith

Henry H. Daniels Jr.

Lon Smith Jr.

Harry Davenport

Avô Smith

Tom Drake

John Truett

Marjorie Main

Katie

Robert Sully

Warren Sheffield

Chill Wills

Sr. Neely

June Lockhart

Lucille Ballard

Hugh Marlowe

Coronel Darly

Darryl Hickman

Johnny Tevis

Donald Curtis

Dr. Girard

Porque você deve assistir esse filme:

Nele estão contidas as mais lindas canções. No filme, Garland canta as cancões The Trolley Song e Have Yourself a Merry Little Christmas, que se tornaram clássicos depois da estréia do filme. Inclusive, ambas as canções foram incluídas na Lista das 100 melhores canções do cinema estadunidense lançada pelo American Film Institute em 2004

Fim

Termina aqui mais um catálogo de melhores filmes, desta vez com Judy Garland. Se você está nos acompanhando, e quer conhecer os diversos filmes antigos, os quais foram sucesso através dos tempos, continue nos acompanhando, pois traremos muito mais. Você pode também conferir alguns catálogos, que já estão disponíveis.

Um super abraço, e até breve!

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