Oi, pessoal, bem vindos a mais um texto aqui no Demonstre. Hoje vamos falar sobre Plano Sequência no cinema, certamente você já viu essa palavra!

O que é o plano sequência

O plano sequência é um método exclusivo de gravação sem cortes. Isso pode ser criado durante a filmagem e também na edição, adicionando alguns planos bem longos e realizando um corte sutil e bastante escondido para evitar perturbar o senso de unidade, Um exemplo recente do uso do plano sequência é o filme que concorreu ao Oscar desse ano, 1917.

1917

Embora muitos dos trabalhos mais recentes tenham testado a tecnologia, ela veio do diretor Alfred Hitchcock no final da década de 1940. A narrativa de seu filme Festim Diabólico (1948) se passa em tempo real, e a linguagem visual reforça isso.

O plano sequência exige uma perfeita harmonia da equipe

Se usada corretamente, a tecnologia representa todas as forças de colaboração que o audiovisual precisa reproduzir. A edição de filmes já é muito difícil, antes que o diretor grite “ação!”, cada cena é exaustivamente testada para testar a fotografia, iluminação, performance e movimento entre atores e operadores de câmera – em um processo chamado blocking. Dependendo da complexidade da filmagem, uma única cena pode levar um dia inteiro para concluir o trabalho.

Todos os departamentos de produção devem manter uma coordenação perfeita, entender a direção que o enredo seguirá, como se mover no espaço da cena, como cobrir o equipamento e como incorporar improvisação e pequenos acidentes ao projeto. Este é um processo de readaptação curto, que requer precisão cirúrgica e organização de cronograma.

O Oscar vê o plano sequência com bons olhos?

O Oscar adora planos sequência. O melhor exemplo é Birdman, que ganhou o prêmio de Melhor Filme em 2015. O longa-metragem de Alejandro Iñárritu explora a vida de um ator (Michael Keaton) que não pode escapar das sombras do passado e revive o caos diário, tudo em um único take. Vale ressaltar que, assim como em 1917, não foi realmente filmado em um take, mas foi preenchido com cortes ocultos.

Espero que você tenha gostado do texto sobre plano sequência

Aproveite para ler algumas críticas que escrevemos, comece por esse belo terror de Ari Aster, Midsommar.

Oi, pessoal, bem vindos a mais um texto aqui no Demonstre. Hoje vamos falar sobre Plano Sequência no cinema, certamente você já viu essa palavra!

O que é o plano sequência

O plano sequência é um método exclusivo de gravação sem cortes. Isso pode ser criado durante a filmagem e também na edição, adicionando alguns planos bem longos e realizando um corte sutil e bastante escondido para evitar perturbar o senso de unidade, Um exemplo recente do uso do plano sequência é o filme que concorreu ao Oscar desse ano, 1917.

1917

Embora muitos dos trabalhos mais recentes tenham testado a tecnologia, ela veio do diretor Alfred Hitchcock no final da década de 1940. A narrativa de seu filme Festim Diabólico (1948) se passa em tempo real, e a linguagem visual reforça isso.

O plano sequência exige uma perfeita harmonia da equipe

Se usada corretamente, a tecnologia representa todas as forças de colaboração que o audiovisual precisa reproduzir. A edição de filmes já é muito difícil, antes que o diretor grite “ação!”, cada cena é exaustivamente testada para testar a fotografia, iluminação, performance e movimento entre atores e operadores de câmera – em um processo chamado blocking. Dependendo da complexidade da filmagem, uma única cena pode levar um dia inteiro para concluir o trabalho.

Todos os departamentos de produção devem manter uma coordenação perfeita, entender a direção que o enredo seguirá, como se mover no espaço da cena, como cobrir o equipamento e como incorporar improvisação e pequenos acidentes ao projeto. Este é um processo de readaptação curto, que requer precisão cirúrgica e organização de cronograma.

O Oscar vê o plano sequência com bons olhos?

O Oscar adora planos sequência. O melhor exemplo é Birdman, que ganhou o prêmio de Melhor Filme em 2015. O longa-metragem de Alejandro Iñárritu explora a vida de um ator (Michael Keaton) que não pode escapar das sombras do passado e revive o caos diário, tudo em um único take. Vale ressaltar que, assim como em 1917, não foi realmente filmado em um take, mas foi preenchido com cortes ocultos.

Espero que você tenha gostado do texto sobre plano sequência

Aproveite para ler algumas críticas que escrevemos, comece por esse belo terror de Ari Aster, Midsommar.

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