Sementes Mulheres Pretas no Poder (2020)

Sementes Mulheres Pretas no Poder” foi financiado pela “Sociedade Civil Brasileira”, e os primeiros sinais o mostraram, esta é uma declaração mais solene de que isso pode ser alcançado através de uma massiva plataforma financeira virtual. Em qualquer caso, é um projeto de baixo orçamento, visível tanto da estética como da urgência.

Sementes Mulheres Pretas no Poder (2020)
Sementes Mulheres Pretas no Poder (2020)

Para mostrar a trajetória de seis mulheres negras e franjas, essas mulheres são protagonistas da política nacional, escolheram franjas e feitas à mão. A escolha é uma aproximação cinematográfica ao estilo político da personagem: os filmes amigáveis ​​e rápidos dirigidos pelos diretores Éthel Oliveira e Júlia Mariano mostraram a mesma determinação da funcionária.

A mesma forma de falar e se comunicar com a sociedade. Representantes de Talíria Petrone, Renata Souza, Mônica Francisco, Rose Cipriano, Tainá de Paula e Jaqueline Gomes distribuíram brochuras nas ruas do Rio de Janeiro.

É por isso que não podemos esperar uma abordagem pacífica ou mesmo ponderada: é um filme que homenageia o ponto de vista de todos e defende o ponto de vista de todos, sem se deixar levar pela complexidade da posição de cada um. diferença entre.

Sementes Mulheres Pretas no Poder

Enquanto todos os seis caracteres podem ser usados ​​convenientemente e podem ser usados ​​convenientemente na frente da lente, existem limitações óbvias na captura de som, fotografia e síntese subsequente de sons e imagens. Os discursos dos candidatos em igrejas ou em manifestações são bloqueados pelas cabeças dos visitantes desses espaços ao passarem pela câmera.

Algumas entrevistas mostraram zoom nervoso durante a tomada, como se a direção da foto estivesse sempre capturando o quadro enquanto a ação estava em andamento. O curioso é que não há som ambiente, barulho de rua e diálogo sincronizado nas cenas do bar e da sede da festa. O caráter coletivo, alto e intenso da campanha tem um tom sério.

Sementes Mulheres Pretas no Poder (2020)
Sementes Mulheres Pretas no Poder (2020)

Muitos desses problemas podem ser resolvidos durante o processo de edição: o criador pode dividir o som para aplicá-lo em imagens não sobrepostas (evitando imagens desfavoráveis, como o fundo de uma multidão) ou editar o som. voz de outra maneira. No início da cena para invadir outras, dá uma impressão de continuidade e fluidez.

No entanto, a trilha de áudio será polidamente colada sobre seu quadro original e cada clipe trará momentos de silêncio ou incerteza no início e no fim. A edição descuidada dos materiais disponíveis pode afetar a velocidade.

Sementes Mulheres Pretas no Poder – Enredo

Essas estruturas podem causar efeitos estranhos e até prejudiciais. Quando Jaqueline de Jesus contratou um trio elétrico para resolver esse paraíso, Montage insistiu que as pessoas a ignorassem e rissem umas das outras para cortar a fala da candidata. Ninguém ao redor do carro olhou para o candidato. Ao enfatizar a edição paralela com pessoas indiferentes, fazemos parecer que ninguém pode ouvir a conversa de mulheres trans.

Em outro momento, Taináde Paula lutou em um círculo de lutadores chatos. Pode ser um momento especial de indiferença, que foi então colocado no último momento. Esse cansaço transmite aspectos politicamente desagradáveis, como ocupação e ocupação. No entanto, o filme fez grandes avanços desde o dia em que as autoridades eleitas tomaram posse.

Sementes Mulheres Pretas no Poder (2020)
Sementes Mulheres Pretas no Poder (2020)

Nessas sequências, a ironia visual (a tomada de pessoas representando a “velha política” de eleger candidatos negros no mar, como Esio Neves, João Doria, Kim Catagiri e Alexandre Frotta).

Ao mesmo tempo, captando a vitalidade do corredor, os preconceitos de Talilia Petrona ao entrar na sala de conferências, chegaram ao escritório e aprovaram a compra da primeira reunião de gabinete no supermercado. Na última terceira obra, “Sementes Mulheres Pretas no Poder” (2020) dá conta da paixão almejada na história.

Sementes Mulheres Pretas no Poder – Análise Final

Devido à pandemia Covid-19, este é um projeto lançado a um vasto público através da Internet, sendo particularmente importante para este documentário destacar pessoas de destaque através do olhar de uma equipa feminina e negra, o que é raro em Cinema brasileiro. Este é um cinema político, não só pelo seu tema, mas também pela sua existência.

Apesar disso, ele nunca eliminou o aparecimento de um longo relatório, em que quase nenhuma proposta foi discutida, e não foi discutido sem novas tentativas de confrontar a política masculina, branca, heterossexual e burguesa.

Esta posição também pode colocar em causa possíveis características eleitorais: o lançamento às vésperas de uma nova eleição pode não só aumentar a visibilidade do público, mas também influenciar o eleitor.

Simplificar a linguagem inerentemente artística ao meio de movimento leva ao uso da subordinação, funcionalidade e determinismo do filme (além disso, a arte nunca foi usada como uma boa coluna de votação).

Apesar da motivação que levou os dirigentes a investirem no projeto durante vários anos, embora a compreensão deste fenômeno (suas raízes, consequências, alternativas, etc.) ainda esteja longe, os resultados só podem servir de subsídio para nosso quadro político com pouca representação. Amplifique a amplitude.

Perguntas relacionadas ao tema:

Que foi Marielle Franco?

Marielle Francisco da Silva ou, simplesmente, Marielle Franco, nasceu em 27 de julho de 1979, no Rio de Janeiro. Formou-se em sociologia, pela PUC-Rio. Ela foi vereadora, eleita em 2017 pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL).

Qual era o trabalho de Marielle Franco?

Político
Sociólogo
Ativista dos direitos humanos

Onde nasceu Marielle Franco?

Rio de Janeiro, Rio de Janeiro

Qual era a luta de Marielle Franco?

Morta com quatro tiros na cabeça nesta quarta-feira, a vereadora do PSOL Marielle Franco, de 38 anos, expunha nas redes sociais sua luta contra o racismo e a violência, em especial contra jovens e mulheres. Crítica da intervenção militar no Rio de Janeiro, denunciava os abusos da polícia.

O que motivou a morte de Marielle Franco?

Em 8 de maio, uma testemunha disse à polícia que o vereador Marcello Siciliano e o ex-policial militar Orlando Oliveira de Araújo queriam a morte da vereadora Marielle Franco. Conforme a testemunha, a motivação seriam as ações comunitárias de Marielle em áreas de interesse da milícia na Zona Oeste.

Espero que tenha tirado boas ideias do post sobre o doc “Sementes Mulheres Pretas no Poder”, sempre estou trazendo resenhas, resumos e análises interessantes sobre filmes badalados ou até mesmo sobre filmes nacionais que merecem mais atenção.

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