Como aliviar cólica do bebê

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Seu bebê sofre com cólicas e não sabe o que fazer?
Você já experimentou massagear seu bebê, bolsa de água quente, deitar a barriga dele junto a sua, mesmo assim não resolveu e você não sabe mais o que fazer?

Sim, isso pode e acontece muito por aí com todos os pais de recém nascidos ou de bebês com poucos meses de vida. Mesmo não sendo nada grave, a cólica preocupa os pais.

Portanto agora vamos sem enrolação apresentar a você as soluções para ajudar seu bebê.

Entenda a cólica

Como aliviar cólica do bebê
Como aliviar cólica do bebê

Parte do desenvolvimento infantil, as cólicas em recém-nascidos estão relacionadas ao tipo de dieta da criança, perfil da microbiota e o sistema gastrointestinal ainda em formação. Apesar de não serem sinal de algo grave, os acessos de choro, contorcionismos de braços e pernas e gritos inconsoláveis pelos quais elas são marcadas acabam assustando e tirando o sono dos pais.

Mas, não se preocupe: algumas estratégias simples ajudam a amenizar as crises. Veja abaixo o que é possível fazer para diminuir o sofrimento do bebê e também as atitudes contraindicadas.

Como aliviar a cólica do bebê?

  • Massagem: deve ser feita em sentido horário ao redor do umbigo, com movimentos suaves e um pouco de pressão. Métodos como a shantala também funcionam.
  • Calor: bolsas térmicas até são úteis, mas há risco de queimaduras. O melhor é o contato pele a pele, com a barriga do bebê colada na do adulto.
    Banho quentinho: o princípio segue o do item acima. A água morna relaxa a musculatura do bebê e alivia as dores. Em alguns casos, ele embala na soneca.
  • Falsa sucção: o movimento de sugar dá prazer e acalma o neném. Então, ele pode ser posicionado próximo ao peito ou mesmo com a boca no dedo da mãe ou do pai. Só cuidado com a chupeta, que falaremos adiante.
  • Carinho: pegar no colo, fazer carinho, cantar… O suporte emocional e a proximidade física são fundamentais para atenuar a crise. Fora que estreitam laços entre pais e bebê.
  • Arrotar: eliminar gases é bacana, mas nem toda criança arrota e fica tranquila. O essencial é mantê-la de barriga para cima e cabeça levemente elevada depois da mamada.
  • Amamentar: se o pequeno quiser comer durante uma crise, a mãe pode dar o peito. Basta tomar cuidado para que ele não mame demais e, assim, tenha prejuízos na digestão.
  • Enrolar: quanto mais aninhado o bebê estiver, mais se sentirá como se morasse no útero, o ambiente mais confortável e seguro que ele já viu.
    O que não é aconselhado

Diante de tantos conselhos sobre como proceder com seu filho precisamos também observar o que devemos evitar:

  • Oferecer chás: como eles costumam ser colocados na mamadeira, estão associados a um risco elevado de desmame precoce. Daí por que são contraindicados.
  • Desmamar: os episódios podem dificultar a amamentação e causar frustração. Mas o leite materno é o alimento mais bem tolerado pelo intestino do pequeno.
  • Dar chupeta: ela até tem seu papel aliviador, só que deve entrar em cena apenas quando o aleitamento estiver bem estabelecido, porque também facilita o desmame.
  • Automedicação: remédios antigases e analgésicos, como o paracetamol, devem ser indicados pelo pediatra, e de preferência quando outras táticas falharam.

Controvérsias sobre cólicas em bebês

Esses itens a seguir não garantem sua funcionalidade tal como não é certo que não funcionem.

  1. Bicicletinha: o movimento das pernas é eficaz, mas suspeita-se que a pressão pode lesar articulações — ainda mais se os membros estiverem esticados. Tenha cautela.
  2. Probióticos: o Lactobacillus reuteri é a bactéria mais promissora nos estudos de prevenção do quadro. Acontece que a ciência não bateu o martelo sobre a real eficácia.
  3. Acupuntura: é aliada na redução da dor de recém-nascidos e bebês, mas faltam evidências robustas sobre a ação específica na presença da cólica.
  4. Troca de fórmula: a láctea, feita com leite de vaca, pode instigar o incômodo. Porém, só o médico está apto a confirmar se a substituição compensa.

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