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Pulgas em cães – como resolver este problema?

Pulgas em cães – como resolver este problema?

Pulgas em cães é algo muito comum, mas que causa grande desconforto ao seu pet. Além disso, pode evoluir para problemas mais sérios, como verminoses, alergias, queda de pelo e anemia.

Para ajudá-lo a proteger a saúde do seu cãozinho, vamos apresentar as principais informações sobre o parasita. Aqui no texto, falaremos sobre o ciclo de vida da pulga e seu processo de infestação. Venha com a gente!

Pulgas em cães: entenda o problema

Existem pulgas de várias espécies, e elas podem atacar roedores, gatos, cães e até o ser humano. O tipo mais comum do parasita, no entanto, é a Ctenocephalides felis. Estudos indicam que esta deve ter chegado ao Brasil ainda no século XVI, trazida pelos colonizadores.

Na verdade, existem registros pré-históricos de animais que podem ser considerados descendentes das pulgas há mais de 60 milhões de anos. Ou seja, esse animal vem causando problemas há bastante tempo.

Quando entra em contato com o cachorro, a pulga se movimenta rapidamente e realiza várias picadas no mesmo. Isso gera coceira intensa, deixando o pet estressado, além de ocasionar alergia.

O momento da infestação

Seu cachorro pode contrair o parasita durante um passeio ou mesmo dentro de casa. Na rua, o problema chega quando o pet entra em contato com um animal infectado ou passa por um local que já apresenta a infestação.

Dentro de casa, as pulgas podem se esconder em assoalhos, frestas de portas, sofás, tapetes etc. O que ocorre é que os ovos desses organismos são invisíveis a olho nu. Então, mesmo que você ache que um ambiente está limpo, ele pode estar contaminado.

Em média, uma pulga adulta consegue colocar 40 ovos por dia, que eclodem em larvas e, posteriormente, viram pupas (um tipo de casulo). Quando estão nesta última fase, são extremamente resistentes, conseguindo se proteger da água, de produtos de limpeza e até de dedetizações.

Depois que a pupa eclode é que surgem as pulgas adultas, que conseguimos ver no pet. Elas saltam até 300 vezes o tamanho do próprio corpo e são responsáveis por 5% da infestação. Isso quer dizer que tratar o animal é apenas uma parte do processo.

Na verdade, você também precisa cuidar do ambiente onde o cachorro passa, removendo as larvas, os ovos e as pupas. Apenas assim, é possível evitar uma nova infestação.

O sintomas e as complicações

Como comentamos, as pulgas são parasitas que picam bastante. Cada picada gera uma reação orgânica que provoca coceira, e essa sensação pode se espalhar pelo corpo todo.

Depois de um tempo, o cãozinho começa a ficar estressado e pode desenvolver uma alergia cutânea. Fora isso, os pelos podem cair bastante.

Outra complicação é o aparecimento da anemia. Afinal de contas, cerca de 70 pulgas chegam a sugar 1ml de sangue por dia. Como uma infestação pode chegar a centenas de parasitas, o resultado acaba sendo muito mais prejudicial.

Além dos problemas apresentados, é possível que o pet engula algumas das pulgas enquanto está se coçando. A questão é que elas podem estar infectadas pelo verme Dipylidium caninum, já que são hospedeiras intermediárias deste.

Caso isso ocorra, o pet pode desenvolver um tipo de solitária e ter a saúde cada vez mais fragilizada.

Pulga em cães: o tratamento do problema

Depois de tudo o que explicamos, fica claro que o problema das pulgas em cães necessita de atenção do tutores. Sendo assim, caso note que seu animal está com o parasita, procure um veterinário. Este indicará o tipo de tratamento mais indicado para cada situação.

Hoje, existem diversas opções disponíveis no mercado. Entre elas estão xampus, coleiras, talcos, comprimidos, pipetas para aplicar na pele, sabonetes, sprays etc.

Evite usar remédios caseiros, pois podem não resolver a situação e ainda prejudicar de outras maneiras a saúde do seu animal.

E então, o que você achou do nosso texto sobre pulgas em cães? Se tiver gostado, compartilhe o post nas redes sociais!

Qual tratamento mais comum para ser usado ?

usar xampus ou coleiras ante pulgas , mas o recomendado é buscar ajuda veterinária.

Como evitar contagio do cão com pulgas ?

Ao fazer passeios com seu cão , evite deixar ele ir até lugares que sejam propícios a contaminação como matos e plantas , e até mesmo não deixa-lo perto de outros animais que já estejam com pulgas.

A pulga infesta somente o animal ?

Não , o ambiente que o animal infestado teve contato também vai conter pulgas , lugares de pouca visão como tapetes e assoalhos.

Como tratar a obesidade em cães?

Como tratar a obesidade em cães?

Você tem o hábito de oferecer um pouco de iogurte, pão e outros quitutes das refeições cotidianas para o seu cachorro? Essa ação aparentemente inocente contribui para o desenvolvimento de um problema grave: a obesidade em cães.

Além de dificultar a locomoção dos pets, o sobrepeso contribui para disfunções respiratórias e o aparecimento de artrites e fraturas. Tudo isso afeta a qualidade de vida do animal e até pode diminuir o seu tempo de vida.

Sendo assim, venha com a gente descobrir como tratar a obesidade canina e, assim,  aproveitar mais momento felizes com o seu bichinho.

Obesidade em cães: identificando o problema

Nem sempre é fácil verificar se o seu cachorro está acima do peso. Afinal de contas, cada raça tem suas próprias características. Sendo assim, algumas são mais “rechonchudas” do que outras mesmo estando completamente saudáveis.

Por essa razão, foi criado o Escore de Condição Corporal (ECC), que funciona como o IMC dos seres humanos. Isso quer dizer que o peso do cachorro é avaliado levando em conta a sua estrutura corporal. Esse cálculo mistura questões subjetivas com processos quantitativos e deve ser feito por um veterinário.

Depois das medições corretas, é definido o escore do animal, que pode variar em uma escala entre um e nove. Cães obesos enquadram-se nos níveis sete, oito ou nove. Enquanto os saudáveis ficam entre quatro e seis.

Porém, além do ECC, uma análise visual simples do corpo do cãozinho ajuda na identificação da obesidade. Sendo assim, fique atento caso o animal, visto de cima, não apresente um tipo de cintura e nem seja possível sentir suas costelas com o toque.

Obesidade em cães: buscando uma solução

Não há grandes mistérios para tratar a obesidade canina e aqui selecionamos os três passos essenciais para isso.

A consulta com o veterinário

A consulta ao veterinário é muito importante para definir se, realmente, o cachorro está fora do peso. Além disso, o profissional poderá identificar a gravidade do problema, avaliar suas causas e indicar os tratamentos mais adequados.

Em geral, mudanças na alimentação e exercícios regulares são suficientes para reverter o quadro.

Os exercícios físicos

Independentemente da raça, os cães devem praticar exercícios de forma regular. Porém, é importante ajustar a intensidade da atividade ao perfil do seu animal. Afinal, alguns deles são mais preguiçosos ou possuem um organismo frágil e ficam sem fôlego rapidamente.

Então, vale a pena conversar com veterinário sobre as melhores práticas para cada pet. Também invista em brinquedos para gastar a energias dos bichinhos. Assim, eles não ficam parados, fugindo do sedentarismo, um grande vilão para a obesidade.

O controle da alimentação

Controlar o horário da ração, evitar petiscos em excesso e não dar alimentos de consumo humano para seu cachorro são pontos básicos para manter o mesmo saudável.

Sendo assim, invista em uma dieta equilibrada, escolhendo rações de qualidade e delimitando uma quantidade diária. De forma geral, cães filhotes devem comer três vezes por dia, e os adultos duas vezes. Então, nada de deixar o prato cheio o tempo inteiro.

Obesidade em cães: um distúrbio crescente

A obesidade em cães é um problema cada vez mais comum, não só no Brasil, mas no mundo. Em uma pesquisa feita em 2014 nos Estados Unidos, por exemplo, registrou-se que mais de 65% dos animais domésticos tinham sobrepeso.

Essa alta proporção é consequência, em muitos casos, de ações aparentemente inocentes dos tutores. O que inclui, como mencionamos, não incentivar a prática de exercícios ou não ter cuidados com a alimentação do pet.

Então, não dê bobeira, invista na saúde do seu melhor amigo e ajude-o a manter o peso em dia. Assim, vocês dois podem se divertir bastante juntos.

Tem mais alguma dúvida sobre a obesidade em cães? Escreva aqui nos comentários que vamos responder!

Bola de pelo em gatos é normal?

Bola de pelo em gatos é normal?

Tutores de primeira viagem podem ficar espantados quando isso ocorre. Afinal de contas, ver seu bichinho vomitando uma substância estranha gera um certo desespero, não é mesmo? Porém, depois que descobrem que a situação corresponde apenas a uma bola de pelo, eles ficam mais calmos.

Bola de pelo em gatos é normal?

Contudo, será que essa eliminação é assim tão natural? Apesar de bastante comum, ela pode gerar alguns problemas quando não observada com atenção.

Sendo assim, venha com a gente saber os principais detalhes sobre o assunto. Desse modo, ficará mais fácil garantir a saúde dos felinos.

Como se forma a bola de pelo em gatos?

Apesar de não serem muito chegados em água, os gatos são animais que adoram estar limpos. Sendo assim, eles tomam banho quase que diariamente, porém fazem isso usando a própria língua. Por isso, esta é bastante áspera, removendo pelos soltos e poeira.

Bola de pelo em gatos é normal?

Contudo, durante esse processo de higienização, muito da pelagem acaba sendo ingerida e vai parar no estômago. Assim, são formadas as bolas, conhecidas pelo nome científico tricobezoar.

Isso ocorre ainda mais em gatos de raças específicas, como persa (saiba mais sobre ele aqui), angorá, ragdoll, entre outras.

Quando ela deve ser eliminada?

De maneira regular, os pelos são eliminados gradualmente junto com as fezes. Porém, em épocas que envolvem troca de pelagem ou em raças mais felpudas (como as citadas anteriormente), as bolas tendem a ser expelidas oralmente.

O motivo é que o acúmulo de filamentos é maior, e o intestino não consegue processar tudo isso. Assim, o “vômito” pode ocorre até uma vez por semana, sendo algo normal e que não deve gerar preocupações.

Por que a bola de pelo pode se transformar em um problema?

Em alguns casos, as bolas de pelo formadas no estômago não conseguem ser eliminadas pelo gato. Aí surge um grande problema. Afinal de contas, essa pelagem ingerida acaba presa no intestino, impedindo o funcionamento regular do organismo.

Bola de pelo em gatos é normal?

Sendo assim, o seu pet pode apresentar:

  • desconforto abdominal;
  • vômitos;
  • diarreia ou prisão de ventre;
  • falta de apetite;
  • apatia.

Ao observar esses sinais, é necessário levar o gato ao veterinário. No consultório, o profissional fará exames específicos para identificar o problema.

Dependendo do caso, pode ser prescrita uma alimentação especial, algum remédio para ajudar na digestão e, em último caso, uma cirurgia. Nesta, o médico consegue remover a bola que ficou presa no organismo.

O que fazer para evitar complicações?

Para tratar o problema envolvendo as bolas de pelo, a presença do veterinário é essencial. Porém, você pode agir diariamente para evitar que essa situação se torne prejudicial.

Desse modo, vale a pena investir em rações de boa qualidade, que ajudem no processo digestivo. Petiscos com a função de diminuir a formação do tricobezoar também são muito úteis.

Bola de pelo em gatos é normal?

Além disso, escove seu gato regularmente, ainda mais se ele tiver pelo longo. Para tanto, crie o hábito no pet desde filhote, assim o mesmo não ficará arisco na hora da atividade.

Incentivar brincadeiras é outra ação importante. Afinal de contas, o exercício físico ajuda no funcionamento intestinal.

Por fim, não descuide da hidratação do felino. Isso facilita a absorção de nutrientes, ajuda a deixar as fezes menos ressecadas e contribui para todo o processo de digestão.

Depois de tudo o que explicamos, temos certeza que você estará mais atento às bolas de pelo que seu gato expele, não é mesmo? Apesar de esse ser um processo natural, ele pode gerar complicações para o pet.

Sendo assim, fique atento à saúde do animal, leve-o regularmente ao veterinário e siga as dicas mostradas aqui no post.

O que é bom para bola de pêlo?

Em lojas especializadas é possível encontrar essa planta e gramas que ajudam na regurgitação das u003cstrongu003ebolas de pelosu003c/strongu003e. Manteiga – A manteiga funciona como laxante para o gato, por isso é uma boa alternativa. Para fazê-lo comer, passe um pouco do alimento na pata que ele rapidamente irá lamber para limpar a região

Porque os gatos cospem bolas de pelo?

Vomitar bolas de pelo até quatro vezes em um mês é considerado normal, para gatos com pelagem longa, menos vezes para gatos com pelo curto. Isso acontece porque a língua do gato é áspera e não o permite conseguir cuspir o pelo, por isso ele acaba engolindo os pelos que se soltam durante a limpeza.

Para que serve Malt paste?

Suplemento alimentar que favorece a eliminação de bolas de pêlos e previne a formação de tricobezoares que podem causar vômitos, obstruções, emagrecimento e opacidade do pelame.

Veja mais aqui.

Hepatite infecciosa canina – o que é, seus sintomas e tratamento

Hepatite infecciosa canina – o que é, seus sintomas e tratamento

A hepatite infecciosa canina (HIC) é uma doença grave que pode levar os cães à morte. Sendo mais comum em cachorros filhotes, ela apresenta sintomas variados e precisa de acompanhamento veterinário.

E então, pronto para saber mais detalhes sobre essa enfermidade e deixar seu cãozinho mais saudável? Siga conosco!

O que é a hepatite infecciosa canina?

Também chamada de Doença de Rubarth, a HCI é causada por um vírus denominado adenovírus canino tipo I e ataca o fígado dos cachorros.

Ela pode ser dividida em três tipos básicos:

  • aguda: com sintomas bem definidos, pode ser curada depois de cinco ou sete dias de tratamento;
  • subclínica ou crônica: apresenta sintomas leves e, em geral, é combatida de forma espontânea pelo organismo do animal;
  • hiperaguda: é o pior tipo da doença, desenvolvendo-se de modo intenso e, quase sempre, causando a morte. Apresenta poucos sintomas.

Como ocorre o contágio da doença?

Independentemente do tipo da hepatite infecciosa canina, ela é transmitida por meio do contato do animal saudável com um cão doente. Isso ocorre pela saliva, pelas fezes, pela urina e, até mesmo, por objetos compartilhados.

Desse modo, é muito importante ficar atento ao local para onde você leva seu cachorro. Evite espaços muito aglomerados, principalmente se o pet ainda é filhote.

Outra forma de contrair a doença é por meio de pulgas ou carrapatos. Ou seja, é mais do que necessário cuidar de forma constante da saúde do animal, tendo atenção à pelagem e aos momentos do banho. Também é importante utilizar remédios específicos para a prevenção desses parasitas.

Ela apresenta risco para humanos ou outros animais?

Apesar de grave, a hepatite infecciosa canina não pode ser transmitida para humanos, gatos ou outros animais. Ela afeta apenas os cachorros. Desse modo, caso você tenha mais de um cão na mesma casa, deve ter atenção redobrada com o cuidado dos peludos.

Quais os principais sintomas da hepatite infecciosa canina?

Depois de entender os aspectos gerais da doença, chegou o momento de saber quais são os seus sintomas. Assim, será mais fácil identificar qualquer problema de forma rápida, evitando complicações futuras.

De forma geral, os cães com HIC apresentam:

  • febre;
  • apatia;
  • sede intensa;
  • diarreia;
  • vômito;
  • tosse;
  • sangramentos;
  • ínguas.

Como é o tratamento e a prevenção da doença?

Por ser uma doença viral, o tratamento da hepatite infecciosa canina exige repouso e o fortalecimento do sistema imunológico do animal. Desse modo, pode ser necessário modificar a alimentação para incluir mais vitaminas no organismo e diminuir as proteínas.

Hidratação é outro fator importante e, em alguns casos, pode ser necessário o uso de antibióticos para tratar infecções oportunistas.

Porém, o tratamento mais adequado será dado pelo veterinário depois da realização de exames de sangue (forma mais segura de identificar o problema).

Fora isso, a vacinação polivalente (V8 ou V10) é a maneira efetiva de prevenir o surgimento da enfermidade no seu pet. Ela deve ser aplicada em filhotes, e a dose é reforçada anualmente.

Depois de tudo o que explicamos, deu para perceber que com a saúde do seu cãozinho não se brinca. A hepatite infecciosa canina é apenas uma dentre as várias doenças que podem afetar o pet e trazer sérias consequências para o bem-estar deste.

Portanto, mantenha sempre em dia a carteira de vacinação do seu companheiro peludo e, caso note qualquer alteração de comportamento, não hesite em procurar um veterinário.

Gostou do texto de hoje? Então, compartilhe-o nas redes sociais com seus amigos!

6 doenças que podem surgir da ração para cachorro industrializada

6 Doenças Que Podem Surgir da Ração para Cachorro Industrializada

Sempre ouvimos dizer que a ração o é melhor alimento que poderíamos dar para nosso cachorro ou gato, pois ela é “completa, balanceada e possui tudo que o animal precisa”. Mas será mesmo que ela é a unica opção segura e saudável para alimentar nossos animaizinhos? Você sabia que existem muitas doenças causadas pela ração de cachorro?

Cachorro em frente a um monte de ração

Oferecer ração seca industrializada para os nossos pets facilita muito a nossa vida, isso não tem como negar, mas você já parou para pensar que esse tipo de alimento está muito longe da dieta comum dos cães ancestrais?

Não estamos generalizando, existem sim rações excelentes no mercado, marcas que realmente estão preocupadas com a saúde dos animais e não somente em ganhar dinheiro!

Hoje em dia existem rações sem grãos, rações mais naturais, sem conservantes e corantes, sem aditivos etc – é claro que são opções mais caras, mas se for para dar alguma ração é preciso investir em algo de qualidade!

Só que nem todas as pessoas se preocupam em procurar uma ração de boa qualidade, e acabam comprando qualquer uma. Esteja atento pois mesmo aquelas de grandes marcas e renome poderão trazer sérios riscos à saúde do seu cão.

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Nossos bichinhos de estimação foram sofrendo adaptações evolutivas ao longo dos séculos, mas sua dieta sempre funcionou a base de comida naturalmente úmida, variada, predominantemente carnívora e pobre em carboidratos.

E o que estamos oferecendo para eles diariamente? Ração seca que contém cerca de 10% de umidade e que é constituída pelos mesmos poucos ingredientes.

Existem alguns estudos que garantem que esse tipo de alimentação tem causado uma epidemia de doenças crônicas (problemas renais, hepáticos, alergias, diabetes e tumores) em animais cada vez mais jovens. Confira alguns problemas de saúde que são causados pela ração a seguir.

imagem de rações coloridas industrializadas

Alergia alimentar

O cão pode ter diarreia, vômito, coceira, vermelhidão, descamação e até ferimentos na pele causados pela unha do próprio animal ao se coçar sem parar. As alergias são causadas pelos aditivos, conservantes, corantes e outras substâncias químicas usadas em rações industrializadas.

Doenças do trato urinário

As doenças mais comuns do trato urinário são os cálculos, a obstrução da uretra e a cistite. A cistite é mais comum nas fêmeas e a obstrução da uretra nos machos.

Podem estar associadas a diversos fatores e também a uma certa predisposição do organismo do animal. Porém, é mais comum em cães que estão habituados a comer rações de má qualidade com muitos corantes e substâncias químicas que se acumulam na urina do animal criando cristais e cálculos.

Doenças hepáticas

Doenças hepáticas costumam aparecer com mais frequência em cães mais velhos, em função de um trauma ou até mesmo por conta da hereditariedade. Porém tem-se observado um aumento de animais jovens apresentando esse tipo de problema e tudo indica que a causa é uma dieta pobre e desequilibrada.

Nesse caso é muito importante alterar a alimentação do seu bichinho e fornecer uma quantidade adequada de nutrientes que contribuam com a regeneração das células do fígado.

 cachorro ao lado do seu prato de ração

Diabetes

Essa é uma doença que costuma acometer animais com mais de 7 anos, mas vem crescendo a quantidade de animais bem mais novos apresentando os sintomas.

Nesse caso, o mais indicado é alterar a alimentação do se cãozinho cortando os grãos e cereais, sem transgênicos e que possua mais proteínas. As rações industrializadas são ricas em grãos, em geral transgênicos, por isso acabam aumentando os riscos de desenvolvimento da doença.

Obesidade

A obesidade e o sobrepeso é considerada uma doença por si só. A gordura em excesso pode bloquear as artérias e veias e causar diversos problemas de saúde no animal. E esse é um problema que ocorre por conta de alimentação inadequada ou excessiva.

Cardiopatias

Doenças do coração acometem os cães alimentados por rações industrializadas, pois elas são pobres em umidade e mais salgadas. Isso compromete a pressão arterial e facilita o acúmulo de líquidos na cavidade abdominal do animal.

dois cachorros da raça golden retriever comendo ração

Conclusão

Diante de um quadro tão preocupante, sugerimos que você considere a possibilidade de oferecer uma alimentação mais natural para o seu pet. Mas atenção, oferecer alimentação natural não significa que você vai dar restos de comida para ele.

Para enveredar por esse caminho é preciso conversar com um veterinário especialista e definir quais os melhores ingredientes para compor o prato do seu cachorro. O seu bichinho vai ter mais saúde a longo prazo, mais energia e vida mais longa.

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