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O que posso fazer para evitar o Bullying?

O que posso fazer para evitar o Bullying? 5

Vamos falar de Bullying?

O Bullying no Brasil

Embora para eles aparente mera brincadeira, “zoeira”, “pilha”, bullying é uma forma de VIOLÊNCIA segundo a qual especialistas afirmam ser o tipo de violência que mais cresce no mundo. Segundo a Revista Nova Escola o bullying se caracteriza por “agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas” e ocorre principalmente entre crianças e adolescentes nos 9 aos 14 anos como podemos analisar no gráfico a seguir:

gráfico

Derivado do termo “Bully” da gíria que em inglês quer dizer “valentão”, pode ser percebido desde o contexto familiar a vida adulta dentro das universidades podendo ocasionar doenças psicossomáticas e até afetar a personalidade ou o emocional levando a tragédias que altamente vem sendo documentadas nas mídias.

tirania do valentão - capa da veja sobre o bullying

O papel do educador no combate ao Bullying

Bom, nestas circunstâncias nosso papel como educadores é não tomar que o bullying só é um problema da “escola para dentro” e muito menos de que somente é dever do professor influenciar na formação do caráter social dos alunos dentro dos centros de ensino, pois cabe a todos os envolvidos com cada aluno desde a direção ao professor o envolvimento do moldar o “ser social” de cada um dos indivíduos. Todos nós estamos diretamente envolvidos na educação dos alunos. Não cabe a nós educadores apontarmos ou excluirmos aqueles que praticam o bullying, pois atrás de um grande valentão, deverá existir uma grande história de medo, dor, dúvidas, rejeições e violência!

Aqui separamos algumas soluções simples e bem lembradas pelo pessoal do “Questão de Classe”, mas que no cotidiano escolar pode acabar nos escapando e que podem prevenir situações desta agressão:

Como evitar o Bullying?

–  “Estabelecer regras simples e claras de respeito entre os alunos. Eu respeito todos os meus alunos, portanto eles também naturalmente me respeitam. Piadinhas tendo como alvo um aluno específico (ainda mais se forem frequentes) não são toleradas e se acontecerem com certa frequência, pedir aos envolvidos que fiquem em uma conversa após a aula para entendermos o que está acontecendo”;

– “Manter o diálogo com os alunos, mostrar-se interessado em suas conquistas e problemas, mostrar-se sempre aberto ao diálogo também pode fazer com que um aluno com esse tipo de problema o exponha para você”; – “Observar também é muito importante. Eu tenho por hábito não só observá-los enquanto estão dentro da classe, mas quando termina a aula espero que saiam. (…)Em caso de suspeitas desço as escadas e observo enquanto se afastam. Qualquer anormalidade é logo anotada para depois de forma casual e com naturalidade indagar sobre o caso com o aluno na primeira oportunidade”;

– “Conversar com oprimido e opressor é importante, pois não é apenas quem sofre bullying que precisa de ajuda. Quem o pratica geralmente também tem outros problemas emocionais ou sociais e também precisa de suporte. Acima de tudo seja discreto e não transforme um caso ameno de bullying num caso de estado. E não subestime os casos mais graves, peça ajuda assim que se delinearem, antes que as coisas saiam do controle e os danos causados sejam mais graves do que uma simples conversa possa resolver”;

Você pode acessar mais dicas e conhecer um pouco mais sobre o assunto acessando o link direto do site em https://questaodeclasse.wordpress.com/! Também é interessante se apoiar em programas de campanhas contra o bullying como apresentadas no “Cartoon Network” e que agregam com maior facilidade no gosto da garotada!

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