Como sabemos o mundo é um lugar cheio de diversidades, com lugares exuberantes, com diversas culturas, e modo de ser viver. Em meio a lugares remotos sempre á pontos turísticos que encanta e fascina facilmente, com suas belezas.

Campo Grande – MS

Campo Grande é um município brasileiro da região Centro-Oeste, capital do estado de Mato Grosso do Sul. Reduto histórico de divisionistas entre o sul e o norte, Campo Grande foi fundada por mineiros, que vieram aproveitar os campos de pastagens nativas e as águas cristalinas da região dos cerrados. A cidade foi planejada em meio a uma vasta área verde, com ruas e avenidas largas e com diversos jardins por entre as suas vias, é uma das cidades mais arborizadas do Brasil sendo que 96,3% das casas contam com a sombra de um arvoredo.

Apresenta, ainda nos dias de hoje, forte relação com a cultura indígena e suas raízes históricas. Por causa da cor de sua terra (roxa ou vermelha), recebeu a alcunha de Cidade Morena. A cidade está localizada em uma região de planalto, em que é possível ver os limites da linha do horizonte ao fundo de qualquer paisagem. A cidade tem uma população de cerca de 840 mil habitantes (ou 31,77% do total estadual) e cerca de 104 hab/km², sendo o terceiro maior e mais desenvolvido centro urbano da Região Centro-Oeste do Brasil e a 22º município mais populoso do Brasil em 2018, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

10 Pontos Turísticos de Campo Grande:

Parque das Nações Indígenas

O parque dispõe de local para apresentações culturais e tem como estruturas arquitetônicas principais a Concha Acústica Helena Meirelles, o Museu das Culturas Dom Bosco, o Museu de Arte Contemporânea, e o Monumento do Índio ou Monumento à Zarabatana, que é uma construção com aproximadamente 12 metros, localizada no centro do parque.

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Cerca de 70% de sua vegetação é formada por gramas e árvores ornamentais originárias do seu projeto de paisagismo. Uma grande quantidade de espécies de árvores são preservadas, como por exemplo o jenipapo, a mangueira e a aroeira. O córrego Prosa, que nasce no Parque dos Poderes, corta toda a extensão do parque até formar um lago que possui uma pequena ilha e, no lado oposto, píers de observação. As pistas de caminhada acompanham o entorno do lago e cruzam as águas do córrego Prosa, deixando a atividade física mais agradável, especialmente nas épocas mais secas do ano.

O que Fazer no Parque das Nações Indígenas:

O Parque das Nações Indígenas é um parque urbano na cidade Campo Grande, Brasil. Ele tem 119 hectares e oferece infra-estrutura de lazer e esporte às margens de um lago formado pelas águas da nascente do córrego Prosa. Dispõe de quadras de esportes, pista de skate, patins e bicicleta, sanitários, pista para caminhada de quatro mil metros inteiramente asfaltada, além de diversos parquinhos infantis próximos às entradas, sendo um deles o primeiro parque infantil adaptado a crianças deficientes no Estado. Nas entradas do parque pequenas lanchonetes servem os visitantes com água de cocô, suco, água mineral, pipoca e lanches. O parque tem policiamento e é vigiado todas horas do dia por câmeras da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul.

Curiosidades do Parque das Nações Indígenas:

O parque tem seis entradas diferentes. Cada uma leva o nome das nações indígenas que ocupavam ou ocupam o território de Mato Grosso do Sul, tais como a guarany, kaiowá, nhandevas, kadiwéu, terenas e ofaiés. Não é permitido o acesso a animais domésticos, não é permitido montar barracas ou fazer fogo (ou usar churrasqueira). Bicicletas e triciclos motorizados só são permitidos com autorização. Apesar de haver a prática de canoagem e stand up padle no lago, é proibido nadar ou pescar nele. É proibido soltar pipa usando fios cortantes e também é proibido acesso ao parque portando recipientes de vidro.

Como Chegar no Parque das Nações Indígenas:

Localizado na principal rua de Campo Grande, a Avenida Afonso Pena, o Parque das Nações Indígenas movimenta o lazer e a cultura da capital. Ocupa uma área de 120 hectares, conta com gramados, jardins com vegetação nativa, pistas de caminhada, quadras poliesportivas, além de teatro de arena e um palco, onde são realizados os diversos eventos durante o ano.

Museu de Arte Contemporânea

O Museu de Arte Contemporânea, mais conhecido como MARCO, é um museu brasileiro localizado em Campo Grande, Mato Grosso do Sul.

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Fundado em 17 de dezembro de 1991, a nova sede foi concluída em 2002. Possui cerca de 1500 obras, de um acervo cuja origem remonta a Pinacoteca Estadual, e obras que mostram o percurso das artes plásticas sul-mato-grossenses. Possui uma sala com acervo permanente e quatro salas para exposições temporárias, além de biblioteca, salas de aula, ateliê e auditório. O museu está localizado no Parque das Nações Indígenas.

O que Fazer no Museu de Arte Contemporânea:

O curador do local, o artista plástico Humberto Espíndola, promove exposições reunindo artistas regionais, nacionais e internacionais. (A única capital brasileira a ver as tapeçarias de Violeta Parra foi Campo Grande, por exemplo, no Marco.) Vale uma visita ao museu sempre, independentemente da programação. O local é uma boa opção para simplesmente passar o tempo. As cinco salas são amplas e convidativas. Entre os artistas regionais estão: Conceição dos Bugres, Genésio Fernandes, Isaac de Oliveira, Jorapimo, José Carlos da Silva (Índio), Lídia Baís, Thetis Selingardi e Vânia Pereira, entre outros.

Curiosidades do Museu de Arte Contemporânea:

Criado em 1991, o Museu de Arte Contemporânea de Mato Grosso do Sul – Marco possui um acervo com origem na Pinacoteca Estadual, prêmios aquisitivos e doações de artistas, colecionadores e instituições. São 900 obras, incluindo aquelas que traçam o percurso da arte no estado, desde sua origem. Além disso, há três espaços para atividades didáticas com escolas ou grupos, cursos de iniciação de arte em crianças, jovens e adultos e um atelier para o desenvolvimento de técnicas de gravura. O auditório comporta até 105 pessoas e a biblioteca especializada em artes plásticas tem material de pesquisa e formação.

Como Chegar no Museu de Arte Contemporânea:

O museu fica localizado no Parque das Nações Indígenas e oferece cinco salas de exposição, com uma mostra permanente (panorama da história das artes plásticas no estado) e outras temporárias. A visitação é gratuita e deve ser agendada no caso de grupos e escolas. O acesso de ônibus ao local pode ser feito pela linha Parque dos Poderes, Nova Bahia (parada na Avenida Mato Grosso) e pela linha Shopping Campo Grande (parada na Avenida Afonso Pena).

Aldeia Urbana Marçal de Souza

Segundo o IBGE, mais da metade da população indígena do Brasil moram em áreas urbanas. Ou seja, mais de 300 mil índios vivem na cidade. Mas em Campo Grande foi fundada em meados da década de 90 a primeira aldeia urbana do país, batizada de Loteamento Social Marçal de Souza.

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Moram atualmente lá cerca de 170 famílias ou 9 mil índios das etnias Guarani, Kadiwéu, Caiuá, Terena, Ofaué e Xavante. São índios que viviam excluídos na capital ou que vieram do interior, ocuparam o local na marra e a prefeitura da cidade teve de regularizar a situação.

O que Fazer na Aldeia Urbana Marçal de Souza:

No local foi construído o Memorial da Cultura Indígena, uma oca imensa, com artigos indígenas a venda e objetos decorativos interessantes. Lá também tem uma rádio comunitária e a escola municipal Sullivan Silvestre Oliveira, fundada em 1997 e que 30% dos alunos são da comunidade. O telhado das casas lembra o das ocas tradicionais e o aspecto é bem melhor do que as favelas ou conglomerados perto de lixões como acontece em outras cidades.

Curiosidades da Aldeia Urbana Marçal de Souza:

O MS possui a segunda maior população de índios do Brasil. Marçal de Souza foi um líder guarani, que lutou pela retomada das terras indígenas em MS e foi assassinado em 1983 em uma emboscada.

Como Chegar na Aldeia Urbana Marçal de Souza:

Visitar a Aldeia Urbana é uma experiência obrigatória por quem passa por Campo Grande, pois o local preserva a cultura indígena, apresentando um acervo variado de artesanato em cerâmica, palha, tapeçaria, madeira, além de literatura específica no Memorial da Cultura Indígena. Localizado no bairro Tiradentes, bem próximo do Centro da cidade, saída para Três Lagoas. O acesso é livre e gasta-se só se for adquirir algum produto a venda.

Memorial da Cultura Indígena

O Memorial da Cultura Indígena é um centro cultural brasileiro localizado na cidade de Campo Grande (Mato Grosso do Sul).Situado na Aldeia Indígena Urbana Marçal de Souza, única do Brasil.

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O memorial foi construído com bambu tratado, coberto com palha de bacuri e possui área total de 340 metros quadrados. A construção contempla os visitantes portadores de necessidades especiais com banheiros adequados.

O que Fazer no Memorial da Cultura Indígena:

Visitar a aldeia urbana é uma fascinante experiência, pelo convívio com crianças e adultos que falam a língua nativa e pela oportunidade de conhecer e adquirir peças da pura arte indígena. No interior do Memorial, a imaginação escapa e se perde nas matas, descobrindo um pouco da liberdade com que viviam os primeiros habitantes do Brasil.O prédio do Memorial da Cultura Indígena tem dois núcleos. O maior destina-se a exposição e comercialização de peças artesanais, administração e estruturas de apoio aos visitantes. O núcleo menor funciona como oficina de artesanato e acervo de materiais.

Curiosidades do Memorial da Cultura Indígena:

O artesanato está preservado no Memorial da Cultura Indígena, que expõe, comercializa e ensina as técnicas Terenas. Localizado na aldeia indígena urbana Marçal de Souza, o Memorial da Cultura Indígena é uma construção em bambu e palha de bacuri que abriga duas alas em 340 m². Uma das alas é para exposição e comercialização de peças artesanais e a outra é utilizada como sala de aula para oficinas de artesanato com técnicas utilizadas pelos índios.

Como Chegar no Memorial da Cultura Indígena:

O Memorial da Cultura Indígena é um centro cultural brasileiro localizado na cidade de Campo Grande (Mato Grosso do Sul). Situado na Aldeia Indígena Urbana Marçal de Souza, única do Brasil, o memorial foi construído com bambu tratado, coberto com palha de bacuri e possui área total de 340 metros quadrados e no primeiro piso (280 m²) destina-se a exposição e comercialização de artesanato. No mezanino é reservado para oficina de artesanato e depósito de materiais.

Mercado Municipal Antônio Valente

Área de 2.051,70 m² onde estão distribuídos 114 Bancas e 77 Boxes com variedade de recursos hortifrutigranjeiros e peixes da região, contando também com produtos de qualidade e preços mais acessíveis aos consumidores. A maioria dos comerciantes são descendentes de japoneses.

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O prédio inaugurado em 30 de agosto de 1958 teve sua origem numa feira livre que até os anos 50 ocupou uma grande área margeando os trilhos da Noroeste, entre a Avenida Afonso Pena e a Rua 7 de Setembro. Revitalizado em 2006, ganhou um estacionamento mais amplo, instalação de modernas luminárias internas e externas, pintura nova e uma reforma feita em seu telhado. Atualmente ele é considerado um ponto turístico da cidade de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, lá pode ser encontrado diversos produtos alimentícios e muitos utensílios para o dia-a-dia.

O que Fazer no Mercado Municipal Antônio Valente:

Toda cidade tem um mercadão municipal. O de Campo Grande possui mais de 200 bancas e boxes de vendas de uma variedade de produtos, desde hortifrutigranjeiros, passando por ervas medicinais, até peixes da região e cestas básicas.

Curiosidades do Mercado Municipal Antônio Valente:

A maioria dos comerciantes são descendentes de japoneses. O prédio inaugurado em 30 de agosto de 1958 teve sua origem numa feira livre que até os anos 50 ocupou uma grande área margeando os trilhos da Noroeste, entre a Avenida Afonso Pena e a Rua 7 de Setembro. Revitalizado em 2006, ganhou um estacionamento mais amplo, instalação de modernas luminárias internas e externas, pintura nova e uma reforma feita em seu telhado.

Como Chegar no Mercado Municipal Antônio Valente:

O Mercado Municipal Antônio Valente, mais conhecido como Mercadão, localiza-se em Campo Grande/MS. Área de 2.051,70 m² onde estão distribuídos 214 Bancas e 70 Boxes com variedade de recursos hortifrutigranjeiros e peixes da região, contando também com produtos de qualidade e preços mais acessíveis aos consumidores.

Parque da Prosa

O Parque Estadual do Prosa (PEP) é uma Unidade de Conservação Estadual de Proteção Integral, criada primeiramente como Reserva Ecológica do Parque dos Poderes em 1981, foi elevada à categoria de Parque Estadual do Prosa (PEP) por meio do Decreto Estadual nº 10.783/2002 publicado em 21 de maio de 2002.

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O Parque possui 135, 2573 hectares e está situado dentro do perímetro urbano do município de Campo Grande, capital do Estado de Mato Grosso do Sul. Tem como objetivo principal preservar amostras de ecossistemas do cerrado, espécies da flora e fauna nele associadas, as nascentes do Córrego Prosa, a valorização do patrimônio paisagístico e cultural da região, objetivando sua utilização para fins de pesquisa científica, educação ambiental, recreação e turismo em contato com a natureza.

O que Fazer no Parque da Prosa:

O Parque se tornou um ponto turístico para visitantes das cidades do nosso Estado e também de diversas regiões do Brasil. Recebi, eventualmente, turistas de diversas regiões do mundo. O Parque representa um dos últimos remanescente de cerrado dentro do perímetro urbano. Abrange espécies regionais da fauna e da flora ameaçadas de extinção.

Curiosidades do Parque da Prosa:

O Parque Estadual do Prosa representa um importante instrumento para ser usado na sensibilização do público, através de visitas que tem finalidade de sensibilizar e educar as pessoas para conservação do ambiente natural e seus recursos e também da importância das Unidades de Conservação para a sociedade. O PEP constitui-se ainda em ampla fonte de estudos para acadêmicos e pesquisadores.

Como Chegar no Parque da Prosa:

Uma reserva ambiental no meio de Campo Grande. É o Parque do Prosa que preserva uma nascente de rio. Localizado na Avenida Afonso Pena, continuação do Parque das Nações Indígenas, o Parque do Prosa preserva a nascente do Córrego de mesmo nome que corta a cidade.

Parque Ecológico do Sóter

Áreas esportivas e um riacho fazem do Parque Ecológico do Sóter um local de passeio dos moradores de Campo Grande.

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Localizado na área norte da cidade, o Parque Ecológico Sóter foi inaugurado em 2004 e conta com área verde de 22 hectares, com quadras poliesportivas, pista de skate e patinação, pista de caminhada e ciclismo. Há um riacho que corta o parque e nas suas margens os moradores se reúnem para tomar o tereré, mate gelado tradicional na região, além de apreciar as capivaras habitantes do local.

O que Fazer no Parque Ecológico do Sóter:

O local conta com quadras poliesportivas, pista de skate e patinação, pista de caminhada, Acadêmia ar ao livre, campo de futebol, salas de pilates e judô, parque infantil e pista de ciclismo. Diariamente a população utiliza do Parque para praticar atividades esportivas recreativas e de lazer.

Curiosidades do Parque Ecológico do Sóter:

O parque com características e abrangência locais atende perfeitamente toda população da cidade e também turistas e visitantes. Ricamente arborizado, protege e preserva qualidades naturais da Cidade Morena como a fauna, flora e recursos hídricos. Diariamente a população utiliza do Parque para praticar caminhada, atividades esportivas, de lazer, além de utilizar a infraestrutura do entorno que conta com FoodPark, sorveteria, entre outros.

Como Chegar no Parque Ecológico do Sóter:

O Parque Ecológico do Sóter é esta localizado em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil. Foi inaugurado no fim de 2004. Projetado como parque modelo, dispõe de área verde com 22 hectares, quadras poliesportivas, pista de skate e patinação, pista de cooper, parque infantil e ciclismo.

Lagoa Itatiaia

Considerado um dos cartões postais de Campo Grande, a Lagoa Itatiaia é opção de lazer para famílias campo-grandenses que usam o local para caminhar, andar de bicicleta, praticar exercícios e até pescar. Entretanto, esta última opção pode estar com os dias contados.

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Atualmente, a pesca no local, localizado no bairro Tiradentes, não é proibida, a não ser durante o período de piracema, por se tratar de uma lagoa natural. No entanto, projeto de lei que pretende vetar a atividade está em trâmite na Câmara Municipal da Capital.

O que Fazer na Lagoa Itatiaia:

Lazer, bela paisagem para o entardecer e pescaria. Estas são as atividades na Lagoa Itatiaia. A Lagoa Itatiaia está situada no Bairro Jardim Itatiaia e foi revitalizada em 2006. A partir deste ano, a lagoa de 350 metros de largura, passou a ser local de caminhadas e lazer de Campo Grande, sendo um belo ponto para apreciar o por do sol. Quando anoitece, é a vez dos pescadores tomarem conta da paisagem, em busca de tilápia.

Curiosidades da Lagoa Itatiaia:

Nas suas águas, quase na margem, foi erigida, basicamente em concreto armado, escultura de 5 metros de comprimento por 2 metros de altura, pelo artista plástico Pedro Guilherme Garcia Goes, conhecido por exposições e intervenções urbanas em Campo Grande. Esta obra em particular, representativa do peixe Cará, foi patrocinada pelo Fundo Municipal de Incentivo à Cultura, conforme edital de aprovação publicado no Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande) nº 1571, de 20 de maio de 2004.

Como Chegar na Lagoa Itatiaia:

O Lagoa Itatiaia é uma lagoa situada no município de Campo Grande, estado de Mato Grosso do Sul. Localizada no Bairro Jardim Itatiaia, atualmente sofre com o abandono. E em breve será revitalizada.

Museu da Força Expedicionária Brasileira

O Museu da Força Expedicionária Brasileira, ou Museu da FEB é um museu brasileiro localizado em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. O museu leva o visitante a uma viagem aos campos gelados da Itália, durante a campanha da Força Expedicionária Brasileira (FEB) na Segunda Guerra Mundial.

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Possui salas com diversos artigos da Segunda Guerra Mundial, entre eles utensílios, cédulas da época, curativos, armamentos, capacetes, fragmentos de armamentos, pistolas alemãs, fotografias, casacos, objetos de acampamento, entre outros. Está localizado no antigo prédio do Colégio Militar de Campo Grande, na Avenida Afonso Pena, 2.270 no centro da cidade e em frente ao Monumento Histórico da Força Expedicionária Brasileira localizado na mesma avenida.

O que Fazer no Museu da Força Expedicionária Brasileira:

Para quem se interessa por narrativas de guerra, o Museu da FEB – Força Expedicionária Brasileira conta a história da instituição durante a II Guerra Mundial, através de um acervo histórico que inclui o mostruário do roteiro da FEB, armas, apetrechos bélicos, fotografias, mapas das regiões de combate, fardamentos, documentos, equipamentos, periódicos de campanha, condecorações, objetos e, por fim, uma biblioteca especializada no assunto.

Curiosidades do Museu da Força Expedicionária Brasileira:

Uma viagem à Itália da época Segunda Guerra Mundial. O Museu da FEB resgata e homenageia os combatentes brasileiros.O Museu da Força Expedicionária Brasileira, ou Museu da FEB, é um dos 10 museus destinados à memória dos mais de 25.334 soldados brasileiros que lutaram ao lado dos Aliados na Segunda Guerra Mundial, em operações na Itália, de 1944 a 1945.O Museu, fundado em 1995, conta com acervo de artigos da Segunda Guerra Mundial, entre utensílios, cédulas da época, armamentos, capacetes, pistolas alemãs, fotografias, roupas, objetos de acampamento, entre outros.

Como Chegar no Museu da Força Expedicionária Brasileira:

O museu fica situado próximo a outros pontos turísticos, como a Morada dos Baís, Feira Central, Praças Ary Toledo e Praça do Rádio e a saída do City Tour. O prédio onde está abrigado foi uma das primeiras unidades militares do Estado.

Trem do Pantanal

Apesar do nome, o passeio entre Campo Grande (saídas aos sábados às 8h) e Miranda (chegada às 18h) não chega a explorar as paisagens típicas do Pantanal. A parada em Aquidauana está reservada para o almoço e, em Taunay e Piraputanga, há venda de artesanato.

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O trecho de volta, entre Miranda e Campo Grande, é feito apenas no domingo, às 8h – quem quer voltar na noite de sábado precisa pegar um ônibus (com saídas às 19h50 e 21h25) ou contratar a volta de van quando adquirir a passagem. Outra opção, para aproveitar melhor o passeio, é comprar um pacote que inclui day use em Miranda no domingo (inclui a ida de trem e a volta de van, uma noite de hospedagem em Campo Grande e outra em Miranda e passeio na Fazenda San Francisco).

O que Fazer no Trem do Pantanal:

Emoldurado por belas paisagens, o trajeto do Trem do Pantanal parte de Campo Grande em direção a Miranda, região pantaneira do Estado. A antiga moradia dos Funcionários da Rede Noroeste do Brasil é atualmente a Estação Ferroviária, uma construção de 1914 que foi o marco da chegada do progresso à região. É de lá que parte o Trem do Pantanal, um belo passeio a partir de Campo Grande.

Curiosidades do Trem do Pantanal:

220 km separam Campo Grande da interiorana Miranda, com um cenário belíssimo durante o trajeto, passando por campos de cerrado, áreas rochosas até chegar ao alagadiço Pantanal, um dos biomas mais ricos em fauna e flora do Brasil.

Como Chegar no Trem do Pantanal:

FIM

Hoje o demonstre vai trazer para você, os melhores pontos turísticos de “Campo Grande – MS” com costumes e convivência do povo local. Portanto esperamos que você acompanhe e curta bastante o conteúdo, aproveite e compartilhe com seus amigos para tornar nossa página ainda melhor.